sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

ANAC pretende alterar RBHA121

ANAC Esta propondo alterar o RBHA 121 para que pilotos militares possam operar aeronaves civis como se fossem pilotos de linha aérea, ai eu pergunto como fica nós que estamos pagando cada hora de vôo em media R$ 300,00 e batalhamos tanto para chegar a piloto comercial e alem disso a PLA.

E vou alem, porque a ANAC não solicita aos militares que cedam suas aeronaves e instrutores para auxiliar aqueles que estão tentando chegar à carreira de piloto comercial.

Se o emprego for de um militar, quem deverá pagar o salário? A FAB? Com isso, a empresa aérea vai reduzir o custo de sua folha de pagamento, tornando o negócio muito interessante!

Agora, porque não pegar estes militares e colo calos na inspeção de aeronaves na Amazônia onde a ANAC diz não ter ninguém para fiscalizar as aeronaves e já pensa na possibilidade de devolver esta área ao extinto DAC.

Eu fiz as minhas contas e um piloto para chegar a inicio de carreira vai ter um custo médio de R$ 80.000,00 mil reais, Passando por todos os cursos que são exigidos para exercer esta profissão (PPA/MULT-PCA/INVA/PLA e bancas da ANAC), e o que um piloto militar fez para pilotar uma aeronave civil ???? No que eles são melhores que nós ???


Agora aqui esta a minuta de alteração da ANAC:

“121.545 – MANIPULAÇÃO DOS CONTROLES
Nenhum piloto em comando pode permitir que alguém manipule os controles de um
avião durante o vôo e nenhuma pessoa pode manipular os controles de um avião em
vôo, a menos que essa pessoa seja:
(a) um piloto qualificado do detentor de certificado operando a aeronave;
(b) um INSPAC piloto qualificado, autorizado pelo piloto em comando, executando
verificação de operação em vôo;
(c) um piloto de outro detentor de certificado de empresa de transporte aéreo,
autorizado pelo detentor do certificado de empresa de transporte aéreo
operador da aeronave e pelo piloto em comando, e devidamente qualificado,
conforme Programa de Treinamento aprovado do operador da aeronave; ou
[(d) um piloto das Forças Armadas, autorizado pelo detentor do certificado de
empresa de transporte aéreo operador da aeronave e pelo piloto em comando, e
devidamente qualificado, conforme Programa de Treinamento aprovado do
operador da aeronave.]”

Queriam tanto desmilitarizar o controle no Brasil ( Antigo DAC ) por que permitir que pilotos militares tomem os nossos lugares por direito, como pilotos – estudantes que pagam cursos e bancas ( provas da anac) caras, e quando chegamos lá descobrimos que tem um piloto militar trabalhando no nosso lugar.


Aqui fica a minha revolta contra a falta de auxilio com os pilotos e futuros pilotos do nosso Brasil, que se depender da ANAC vai continuar a perder pilotos para as companhias estrangeiras.


Caso queira ler mais sobre este artigo entre no site da ANAC e vejá do que eu não, mas todos os pilotos estam falando. ANAC - Alteração da Seção 121.545 - clik aqui



quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Anac pretende liberar tarifas para voos internacionais

SÃO PAULO, 12 de fevereiro de 2009 - A liberação gradual das tarifas dos voos internacionais com origem no Brasil deve sair em no máximo dois meses, conforme informou ontem o diretor de Serviços Aéreos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Marcelo Guaranys. Essa medida deveria ter entrado em vigor no primeiro dia do ano, porém, a Justiça atendeu a solicitação do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea) para bloquear a queda no preço nas tarifas.

Segundo Guaranys, a alegação do sindicato para que as novas tarifas não entrassem em vigor no início do ano foi a de que não houve audiência pública para o debate do tema. Como a agência realizou audiência pública ontem, a expectativa do diretor da Anac é de que em dois meses os novos preços poderão começar a ser praticados. "A audiência é para receber as contribuições da sociedade. Agora esse processo deve durar entre um e dois meses", afirmou Marcelo.

Na audiência realizada ontem, a maior reclamação das empresas foi a de que com a liberação de tarifas, as companhias aéreas internacionais poderão praticar preços semelhantes ou até mais baixos do que as brasileiras, o que poderá acabar com o mercado aéreo brasileiro em viagens internacionais.

Fonte: Gazeta Mercantil

Aviação civil volta a preocupar

Ocorrências registradas em aeronaves na Amazônia nos últimos dias devem impulsionar maior atenção ao setor

A tragédia ocorrida no último sábado, quando um avião Bandeirante caiu no Rio Manacapuru, no Amazonas, e matou 24 pessoas, assim como o incidente registrado na manhã de ontem no Aeroporto Internacional de Rio Branco, ocasião em que o pneu de uma aeronave estourou pouco antes da decolagem, demonstraram que a aviação civil volta a dar sinais de fragilidade na região.
A gravidade dos acidentes ocorridos nos últimos anos fez que com a sociedade chegasse a questionar a ação dos controladores de voo, quando houve inclusive troca de comando nos órgãos gestores da aviação e foi ressaltada a importância de se investir mais na segurança e no controle aéreo.

Levando em consideração que os grandes problemas são antecedidos por sinais de falhas que nem sempre são vistas com gravidade, os usuários do sistema esperam que os últimos acontecimentos com aviões pequenos sirvam de alerta para evitar maiores catástrofes.

Os maiores prejuízos causados por acidentes aéreos são a perda de vidas e o sofrimento da família, além do fato de os processos indenizatórios em casos dess tipo demorarem anos, e até décadas, para serem concluídos.

Os passageiros que na manhã de ontem embarcaram em um avião Bandeirante no Aeroporto Internacional de Rio Branco com destino ao município de Feijó foram surpreendidos por uma falha.

Minutos antes de decolar, um dos pneus estourou e deixou as 18 pessoas que estavam dentro da aeronave apavoradas, já que a fumaça foi intensa no momento do ocorrido.

Messias Viana, um dos passageiros que estava no Bandeirante, acredita que o problema de ontem só não foi maior pela competência e experiência do piloto. “Quando o avião começou a se locomover eu estava com um fone de ouvido e, mesmo assim, escutei um grande estouro. Naquele momento olhei rapidamente para baixo e percebi que tinha muita fumaça saindo do avião. Graças a Deus o piloto era extremamente experiente e conseguiu reverter muito bem a situação”, declarou Messias.
Por conta do problema no avião de pequeno porte, outra aeronave que estava se aproximando do Aeroporto de Rio Branco por volta das 9 horas teve que sobrevoar a cidade por cerca de 40 minutos para que o Bandeirante que apresentou falha fosse retirado da pista e o outro fizesse a aterrissagem normalmente.

Fonte: UOL - on-line

Anac poderá fechar helipontos irregulares em SP

SÃO PAULO, 11 de fevereiro de 2009 - Trinta projetos de helipontos em São Paulo, entre eles, alguns em pleno funcionamento, foram indeferidos pela prefeitura da capital paulista e deverão ser fechados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

'Temos uma lista de helipontos que estamos terminando de processar que têm irregularidades que dificilmente serão sanadas e, nesse caso, teremos que partir para o fechamento', disse hoje o diretor de Infraestrutura Aeroportuária da Anac, Alexandre Gomes de Barros. A localização desses helipontos não foi identificada pelo diretor.

A Anac é a empresa responsável pela fiscalização da infra-estrutura dos helipontos e também cabe a ela aplicar punições aos helipontos irregulares. Já a prefeitura municipal fiscaliza a compatibilidade dos helipontos com a lei de zoneamento urbano e o Serviço Regional de Proteção ao Vôo fiscaliza o tráfego aéreo dos helicópteros.

A cidade de São Paulo tem hoje a maior frota de helicópteros do país, com 309 aeronaves, além de possuir 214 helipontos registrados e homologados. Desse total, a Anac estima que 40% estejam em situação irregular.

'Não é uma preocupação o alto número de helipontos da cidade, mas sim o alto número de irregularidades. Estimamos que 40% dos helipontos de São Paulo tenham alguma irregularidade', disse Barros.

De acordo com o diretor da Anac, a proximidade entre os helipontos da capital, fenômeno comum em áreas como a Avenida Paulista, Avenida Brigadeiro Faria Lima e na Marginal Pinheiros, pode vir a provocar um acidente aéreo, embora esse risco 'não seja ainda iminente'.

Para tentar prevenir essa possibilidade de acidentes aéreos e regularizar a situação desses helipontos, a Anac promoveu hoje, em São Paulo, um fórum de debates com proprietários de helipontos privados.

Na próxima semana, a Anac espera definir um prazo para que esses proprietários procurem voluntariamente o órgão para corrigir essas irregularidades. 'Findo esse prazo, aqueles helipontos que tiverem irregularidades identificadas e não se adequaram às normas sofrerão punições', disse. As punições podem variar de uma suspensão temporária até multas e o fechamento do heliponto.

O crescimento no número de helipontos na capital têm assustado e preocupado as associações de moradores. Presentes ao fórum da Anac, as associações denunciam como grandes problemas o ruído provocado pelos helicópteros à noite, as suas rotas rotas, a ausência de fiscalização e a falta de um marco regulatório na cidade.

'O marco regulatório está há dois anos engavetado e não sai. Estamos vivendo um caos aéreo. Todos os helipontos estão saturados, as áreas estão saturadas. Falta vontade política de realmente tentar solucionar o problema', afirmou Márcia Vairoletti, que faz parte de um grupo de trabalho que reúne cinco associações de moradores destinado a avaliar questões envolvendo helicópteros, helipontos e aeroportos.

Fonte: Gazeta Mercantil

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Anac conecta banco de dados com aeroportos para melhorar fiscalização

São Paulo - Dados sobre a documentação de aeronaves e pilotos poderão ser verificados antes da liberação do plano de voo em todos os aeroportos do País.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) pretende concluir em maio um projeto para interligar seus bancos de dados os aeroportos do País. O objetivo é melhorar a fiscalização das aeronaves particulares e dos pilotos.

Segundo o gerente geral de investigação e prevenção de acidentes aeronáuticos da agência, Ricardo Senra, um sistema instalado nas salas de Serviço de Informação Aeronáutica (AIS) dos aeroportos vai permitir que a documentação dos pilotos, aviões e helicópteros sejam acessadas diretamente do banco de dados da Anac, antes de ser concedida autorização para decolagem.

No AIS, os pilotos de taxi aéreo e da aviação geral (aviões e helicópteros particulares e aviação agrícola) entregam seus planos de voo, que são conferidos pelos profissionais da agência. Com o sistema, por meio da matrícula da aeronave e do número de habilitação do piloto, será possível, imediatamente, verificar se existe algum problema antes de liberar o plano de voo.

Para decolar, os pilotos precisam estar com a habilitação em dia e a aeronave necessita de alguns documentos, como a inspeção anual de manutenção e o seguro aeronáutico.

Um levantamento feito pela agência apontou que em cerca de 25% dos acidentes registrados existia alguma irregularidade. Com o programa, batizado de Decolagem Certa, os pilotos serão obrigados a procurar a Anac para regularizar suas situações e de suas aeronaves.

O sistema já está funcionando em fase de testes nos aeroportos de Congonhas, Guarulhos e no Campo de Marte, responsáveis por 50% do tráfego aéreo nacional da aviação geral e táxi aéreo. A partir de maio, o projeto estará funcionando em todos os aeroportos do País.

Fonte: UOL - Noticias

Azul Linhas Aereas vai operar no Aeroporto dos Navegantes

FLORIANÓPOLIS, 11 de fevereiro de 2009 - A Azul Linhas Aéreas começa a voar para Navegantes em abril. A nova linha faz parte dos planos de expansão da empresa, que anunciou, ontem, outros três novos destinos: Fortaleza (CE), Manaus (AM) e Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Com o voo de Recife, já divulgado, são cinco novos destinos a partir de Campinas (SP) que começam a ser operados pela companhia aérea nas próximas semanas. A ligação entre Campinas e Navegantes será feita em três horários distintos, com voos às 6h20min, 10h05min e 17h55min. De Navegantes para Campinas, os aviões decolam às 7h50min, 14h45min e 19h05min. O tempo estimado de voo é de uma hora e 10 minutos, e os passageiros podem também fazer a rota Porto Alegre-Navegantes, com conexão em Campinas. A operação no Aeroporto de Navegantes começa no dia 1º de abril, mesma data em que a empresa ligará Campinas ao Aeroporto do Galeão, no Rio. Além das novas rotas, a Azul Linhas Aéreas anunciou a promoção Azul 25, cujo diferencial é oferecer aos clientes 25% de redução nas tarifas na hora da reserva, bastando apenas mencionar a promoção para garantir o desconto. Com a oferta das novas rotas, a Azul passará a servir nove destinos, todos a partir do Aeroporto de Viracopos, em Campinas, diariamente: Curitiba, Navegantes, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Vitória (ES), Salvador, Recife, Fortaleza e Manaus.

- Desde que começamos a operar, há 10 semanas, estamos contentes com a forma com que fomos recebidos pelo mercado brasileiro. Em abril, já estaremos servindo 10 cidades, na medida em que expandimos nossa malha aérea pelo país e oferecemos conforto, diversas frequências diárias, voos diretos e tarifas co mpetitivas - disse David Neeleman, presidente do Conselho da Azul.

Segundo ele, a empresa tem uma proposta diferenciada, ligar cidades brasileiras com voos diretos e diversas frequências por dia. Ao longo de 2009, a Azul vai receber um novo avião por mês, chegando a 14 aeronaves em dezembro. Hoje são sete na frota da companhia.

Fonte: Gazeta Mercantil

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Diretor do aeroporto de Coari admite não fiscalizar voos

São Paulo - O diretor do Departamento Aeroportuário de Coari, que administra o aeroporto de onde saiu o voo que caiu sábado em Manacapuru, Eufrázio Azevedo Filho, admitiu ontem que não existe nenhuma fiscalização de aeronaves no local, que é administrado pela Prefeitura e já havia sido interditado em 2006 pelas autoridades aeronáuticas por falta de segurança - pois até agricultores atravessavam a pista durante as decolagens.

Por mês, o aeroporto opera 180 viagens e transporta, em média, 3 mil passageiros. Por volta das 16 horas de sábado, o Bandeirante prefixo PT-SEA que seguia de Coari para Manaus caiu no Rio Manacapuru, provavelmente após uma pane em um dos motores e uma tentativa de pouso forçado. Das 28 pessoas a bordo do turboélice, só quatro foram salvas pela população ribeirinha, antes de a porta de emergência ficar travada.

Dos 103 acidentes aéreos contabilizados em 2008, 98% envolveram aeronaves da aviação geral (táxi aéreo e jatos executivos). A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) já preparam regras rígidas para o setor. Batizada de Decolagem Certa, a ação tem o objetivo de vetar autorizações de voo para pilotos ou aviões cujas licenças estejam vencidas. O sistema, desenvolvido pela Gerência Regional do Nordeste, deverá estar instalado nos cerca de cem aeroportos públicos do País até maio. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Fonte: Abril.com - Noticias

Pista das Lajes põe em risco aviação civil

A pista da Base das Lajes, nos Açores, está em tal estado de degradação que a aviação civil pode estar nesta altura já em risco. O alerta é deixado pelos deputados Mota Amaral e Joaquim Ponte.

Os social-democratas já pediram explicações ao ministro da Defesa, mas ainda não obtiveram resposta.


A reasfaltagem da pista da Base das Lajes foi considerada urgente na última reunião da comissão bilateral permanente do acordo de cooperação entre Portugal e os Estados Unidos.

Portugueses e norte-americanos estão de acordo que a pista está degradada mas, quanto ao arranjo, nada se define e o problema arrasta-se. Sabe-se apenas que poderá custar 20 milhões de dólares.

Joaquim Ponte deputado do PSD refere que é preciso ter em conta três questões: saber em que condições de segurança se fazem agora as operações; saber quando as obras se vão fazer e em que condições; saber que custos vão ter e como se repartem.

Estas dúvidas foram colocadas em requerimento na Assembleia da República. Os dois deputados querem saber se o Governo tem conhecimento do estado da pista principal das Lajes e o que tenciona fazer.

Contactado o Ministério da Defesa, o assunto foi remetido para o Ministério dos Negócios Estrangeiros que detém a tutela da Base das Lajes, de onde também não houve resposta.

Fonte oficial do Instituto Nacional da Aviação Civil disse à Renascença que até hoje não recebeu formalmente qualquer queixa sobre o estado da pista.

De acordo com o INAC a manutenção daquela pista militar - também utilizada pela aviação civil - é da responsabilidade da Força Aérea, que tem inclusivamente no local um gabinete de prevenção e investigação de acidentes. Assim, caso surja uma queixa sobre o estado da pista, o Instituto Nacional da Aviação Civil terá que se dirigir ao Estado Maior da Força Aérea.

Fonte: Renascença

Anac não inspecionou avião que caiu no AM e matou 24

MANAUS - O avião Bandeirante que caiu no último sábado no rio Manacapuru, próximo ao município de Manacapuru, no Amazonas, e deixou 24 mortos, não passou por inspeção da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) antes de decolar. A agência fiscaliza as aeronaves por amostragem, por falta de condições técnicas. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

O jornal afirma ainda que o avião estava com mais passageiros do que a capacidade máxima registrada na Anac. A Aeronáutico investiga se o excesso de pessoas tem relação com o acidente.

Entre os itens que passam pela fiscalização da agência, estão o número de passageiros e a documentação da aeronave e piloto. No aeroporto de Coari, diz a Folha, não há equipe fixa da Anac e a última inspeção foi feita em outubro de 2008.

A agência abriu um processo para investigar as condições de segurança operacional da empresa Manaus Aerotáxi. Contudo, a Anac já afirmou que não havia registro de acidentes envolvendo a empresa.

Fonte: JB - On-Line

Avião faz pouso forçado em fazenda de MG

Um avião de pequeno porte fez um pouso forçado na segunda-feira (9), em Pará de Minas (MG). Logo depois, a polícia chegou ao local e encontrou a aeronave parcialmente destruída, mas os tripulantes já não estavam no local.

O avião teria passado por cima da BR-352 antes de parar no pasto de uma fazenda. Segundo os policiais, houve pane no motor.

O piloto foi encontrado no aeroporto da cidade, que fica a poucos metros do lugar do acidente. A área foi isolada e a aeronave mantida sob guarda policial. Na tarde desta terça-feira (10), técnicos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) deverão chegar à cidade para apurar as causas do acidente.


Fonte: Gazeta On-Line

Dornelles pede regras que defendam empresas de aviação brasileira

O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) cobrou do governo federal a adoção de regras que permitam, mesmo de forma indireta, a defesa das empresas brasileiras de aviação da concorrência desleal e de práticas comerciais predatórias. Ele também lembrou que o chamado Custo Brasil precisa ser reduzido, já que as empresas aéreas do país gastam muito mais com impostos, contribuições sociais, burocracia, juros elevados e encargos trabalhistas do que suas concorrentes do exterior.

Segundo o senador pelo Rio de Janeiro, o acordo aéreo assinado com os Estados Unidos no início dos anos 90 (que permitiu às grandes companhias aéreas norte-americanas operarem na linha Brasil - Estados Unidos) trouxe prejuízo para as empresas de aviação brasileiras, sobretudo para a Varig, que tinha nesse roteiro sua principal fonte de receita na área externa.

Depois da assinatura do acordo, prosseguiu Dornelles, as empresas americanas "reduziram enormemente o preço das passagens, em flagrante prática de dumping", o que teria contribuído para desequilibrar as contas das companhias aéreas brasileiras. Nessa mesma época, o real desvalorizou-se perante o dólar, as taxas de juros aumentaram e impostos foram elevados.

- A Anac [Agência Nacional de Aviação Civil], que tanto fala em política de céu aberto e em desregulamentação de um setor que não tem como se proteger das práticas de dumping na área internacional, deve evitar que as empresas brasileiras de navegação aérea sejam levadas para onde o governo conseguiu levar a Varig. A presidente da Anac afirmou que o governo fez bem deixando a Varig quebrar. O que ela deveria ter dito é que o Poder Público foi o grande responsável pelo que aconteceu com a Varig - afirmou Dornelles.

Fonte: Senado Federal

Piratas virtuais violam dados de 45 mil funcionários de agência de aviação dos EUA

A FAA (agência federal de aviação dos Estados Unidos) informou que piratas virtuais invadiram sua rede e furtaram dados de funcionários do órgão. Dois dos 48 arquivos presentes no servidor violado continham dados pessoais de 45 mil funcionários e aposentados --essas pessoas estavam nos arquivos da agência até fevereiro de 2006.

A agência afirma que o sistema invadido não tinha relação com sistemas de controle de tráfego aéreo ou outros mecanismos operacionais. A FAA informa que está tomando as medidas necessárias para evitar que isso ocorra novamente.

O furto na agência representa mais um episódio entre os recentes problemas com dados governamentais. No ano passado, o Ministério da Defesa do Reino Unido admitiu o extravio de um arquivo de memória portátil com detalhes pessoais de 100 mil integrantes das forças armadas.

A memória continha nomes, residências, números de passaportes, datas de nascimentos e detalhes das carteiras de habilitação de militares da Royal Navy --Marinha-- e da Royal Air Force (RAF -- Aeronáutica).

Fonte:Grande FM

Falta tudo na aviação

Depois de mais um acidente no final de semana, fica ainda mais evidente a falta de envolvimento e distância da Anac com a aviação geral. Dona Solange Vieira e sua diretoria deixam muito a desejar quando vemos a aviação como um todo. Um segmento tão importante como a aviação geral, que abrange o táxi aéreo, a aviação corporativa e todos os serviços aéreos especializados, sofre sem qualquer fiscalização e uma política clara de segurança de voo.

Por outro lado, é vergonhoso o próprio ministro Roberto Mangabeira Unger vir a público e admitir a incapacidade da Anac de gerir, regular e determinar políticas de aviação civil na Amazônia, e admitir sua intenção de propor uma separação da gerência da aviação daquela região, devolvendo-a para a Força Aérea.

Pareceu-me aquela reportagem ("O Globo" de domingo, dia 08/02/2009) que estão acendendo a luz amarela do ministro da Defesa com relação à gestão da Anac, ou ainda questionam sua atenção com relação ao segmento aviação civil, uma vez que nada que foi proposto por ele próprio como solução para o caos aéreo saiu do papel.

Quem leu a reportagem de "O Globo" viu claramente que o governo admitiu a concorrência predatória com ciência da Anac, o que literalmente destruiu a aviação regional naquela região.

A abertura dos céus no Nordeste já proporcionou também um aumento das passagens das voadoras americanas por conta da falta da concorrência, ou seja, num trecho de voo menor paga-se uma tarifa maior e de quebra se acaba com a aviação comercial brasileira.

Fonte: O globo

AVIAÇÃO: Azul passa a atender quatro novos destinos

SÃO PAULO, 10 de fevereiro de 2009 - Pensando em trazer novos passageiros ao mercado brasileiro de aviação, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras anunciou hoje que irá operar com mais mais quatro novos destinos a partir do próximo mês. São eles: Fortaleza (CE), Manaus (AM), Navegantes (SC) e Rio de Janeiro (RJ).

"Não estamos querendo tirar o espaço de outras companhias do mercado, só queremos proporcionar mais opções aos viajantes do país, com tarifas similares ao de transporte rodoviário", afirma David Neeleman, presidente do Conselho da Azul.

Com estas novas rotas, a empresa passará a atender nove destinos, todos a partir do aeroporto de Viracopos, em Campinas, no interior de São Paulo. "Estamos muito animados com a Azul porque é uma empresa jovem, com níveis excepcionais de ocupação", diz JeanFranco Beting, diretor de marketing da companhia aérea, lembrando que o load factor (taxa de ocupação) da empresa atingiu 45% em dezembro e 59,1% em janeiro deste ano.

"Este número vai crescer mais ainda porque estamos sendo reconhecidos em razão da nossa qualidade de atendimento, do produto diferenciado e dos preços mais baixos", ressalta Pedro Janot, presidente da Azul.

Além de expandir sua atuação no mercado brasileiro, a companhia também anunciou a promoção Azul 25, na qual vai oferecer aos clientes tarifas 25% mais baratas na hora da reserva. Para tant, é necessário que o cliente entre no web site da empresa ou ligue no call center e diga Azul 25, para ter acesso a promoção. Esta ação terá validade até 20 de fevereiro, porém o efeito dos bilhetes é até 30 de abril de 2009.

"Esta é uma ação estratégica, estamos apostando na nossa equação de valor e produtos", enfatiza o presidente da empresa. Nesta ação promocional os investimentos giram em torno de R$ 2 milhões.

O novo voo Campinas/Fortaleza será noturno e sairá do aeroporto de Viracopos diariamente às 22h10, com chegada prevista às 2h40. No sentido contrário. O voo partirá de Fortaleza às 2h10 com chegada a Campinas às 5h40. Sendo que a partir de 16 de março haverão voos diurnos também.

Na rota Campinas/Manaus, que entra em operação em março, o voo parte de Campinas às 22h50 e chega no Estado do Amazonas à 1h35. Já de Manaus para Campinas, o voo sai à 1h05 com chegada às 5h50, diariamente.

E de Campinas/Navegantes haverão três horários diferentes, com voos às 6h20, 10h05 e 17h55, com chegada prevista às 7h50, 14h45 e 19h05 respectivamente. O tempo estimado de voo é de 1h10.

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras iniciou suas operações em 15 de dezembro de 2008, ligando apenas Campinas a Porto Alegre e Campinas a Salvador.

Fonte: Gazeta Mercantil

Arthur Virgílio pede mais segurança para aviação regional

BRASÍLIA - O senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) apresentou nesta terça-feira (10) um requerimento de pesar pela morte dos 24 passageiros e tripulantes que estavam a bordo do avião Bandeirante da empresa Manaus Aerotaxi, que caiu no Rio Manacapuru após ter saído de Coari com destino à Manaus. O senador disse que a empresa não é mal conceituada e que ele mesmo é um passageiro regular.

- É uma empresa pela qual eu viajo muito pelo estado. Logo, eu confio na sua qualidade técnica, na manutenção, na perícia dos seus aviadores e na idoneidade dos seus proprietários, Marcos Pacheco e Marcos Pacheco Filho - disse o senador.

Arthur Virgílio informou que a empresa está prestando assistência psicológica aos quatro sobreviventes e às famílias das vítimas. Ele assinalou que as condições de aviação na Amazônia são muito graves e cumprimentou o ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, pela iniciativa de propor a discussão sobre aviação regional e transporte hidroviário naquela região.

Segundo o senador, os aeroportos da Amazônia são deficientes e a região padece com a falta de infraestrutura em todas as áreas. O governo federal, disse o parlamentar, precisa fazer um esforço para dotar a região de aeroportos seguros, acrescentando que o habitante do interior da Amazônia deveria ser isento do pagamento de impostos e receber um incentivo por garantir a soberania do país em áreas isoladas.

- Eu sinto que falo de algo que deve ser da preocupação nacional. Não estou sendo provinciano; estou falando como um brasileiro que não admite que vidas humanas sejam ceifadas porque não estão dando uma atenção sistêmica à segurança do voo na região. Minha solidariedade ao povo de Coari, às famílias enlutadas, às famílias dos pilotos, que tão prematuramente perderam as suas vidas - disse.

Fonte: DCI

AVIAÇÃO: Azul deverá encerrar 2009 com ganhos, diz presidente

SÃO PAULO, 10 de fevereiro de 2009 - Após o anúncio de operação em quatro novos destinos no mercado brasileiro, a Azul Linhas Aéreas informou hoje que espera fechar este ano com lucro. Sem informar cifras, David Neeleman, presidente do Conselho, afirmou que a companhia aérea está confiante nos produtos e serviços oferecidos aos clientes.

A expectativa é que até julho deste ano 12 aeronaves entem em operação. Atualmente, a empresa atua com cinco aviões, sendo que dois deles começarão suas operações ainda neste mês. Das sete aeronaves, quatro são do modelo Embraer 190 e três são Embraer 195.

"Temos a plena confiança de que a Azul decolou no rumo certo, na velocidade e na proa exatas. Pretendemos nos tornar a terceira maior companhia aérea do país, o céu para nós é o limite", afirma JeanFranco Beting, diretor de marketing da empresa.

Já até o final de 2009, a empresa destacou que pode operar com 12 ou 16 aeronaves, sendo que em cinco anos serão 78 delas servindo 25 cidades brasileiras.

"No médio prazo pensamos em expandir nossas operações para o exterior, no entanto, precisamos ainda crescer no Brasil", diz Beting.

Em relação ao emprego, a companhia aérea ressaltou que até 2013 o número de funcionários deverá atingir 5 mil. Em 2008, a empresa começou com 900 pessoas trabalhando.

Fonte: Gazeta Mercantil

Inspeção feita há três meses não encontrou irregularidades na Manaus Aerotáxi

Dois dias após o acidente que matou 24 dos 28 passageiros de um avião da empresa Manaus Aerotáxi, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou hoje (9), por meio de nota, que abriu processo administrativo para averiguar as condições de segurança operacional da empresa. A investigação deve durar entre um e seis meses, dependendo das dificuldades encontradas na averiguação.

Segundo a nota, a última auditoria na companhia de táxi aéreo foi realizada em novembro de 2008. Na ocasião, os inspetores da agência não encontraram qualquer irregularidade que comprometesse as operações da empresa. Ainda de acordo com a Anac, a Manaus Aerotáxi opera desde 2003 e, até o último sábado, não havia registro de acidente com qualquer um de seus seis aviões, cadastrados junto à agência (dois Turbo Commander; três Bandeirantes – um deles, o envolvido no acidente de sábado - e um Xingu, que aguarda liberação do certificado de aeronavegabilidade.

Fretado por uma agência de turismo, o avião havia decolado da cidade amazonense de Coari com destino à capital Manaus. Segundo a assessoria da própria empresa, ao se aproximar do Aeroporto Brigadeiro Eduardo Gomes, o piloto encontrou o tempo ruim e comunicou à torre que tinha decidido retornar para Coari. Logo depois o avião desapareceu do radar, sendo localizado em um afluente do Rio Solimões, nas proximidades do município de Manacapuru.

Fonte: Pernambuco Noticias

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Bomba da Segunda Guerra Mundial fecha aeroporto japonês

Tóquio, 8 fev (EFE).- O aeroporto de Miyazaki, no sul do Japão, cancelou hoje todos os voos durante duas horas e 45 minutos devido à descoberta de uma bomba da Segunda Guerra Mundial não detonada.

Efetivos militares japoneses foram ao local onde estava o projétil, lançado por aviões dos Estados Unidos durante a guerra, para desativar a bomba, mas a operação durou mais que o previsto, informou a agência local "Kyodo".

O desmantelamento da bomba, que duraria uma hora, atrasou as operações do aeroporto de Miyazaki durante duas horas e 45 minutos, o que provocou cancelamentos os voos durante esse tempo, todos eles regionais.

Além disso, o pessoal do aeroporto teve que evacuar 1,7 mil pessoas que estavam nas instalações aeroportuárias.

A bomba, de 250 quilos e 1,2 metro de comprimento por 35 centímetros de diâmetro, foi encontrada em 24 de janeiro em uma área em construção da cidade de Miyazaki. EFE


Fonte: G 1 - Noticias

Iniciativa pioneira no Brasil lança hangar exclusivo para jatos executivos de grande porte

Com investimento de R$ 5 milhões, novo espaço no Aeroporto Campo de Amarais, em Campinas (SP), inaugura o atendimento V.VIP para os proprietários dessas aeronaves

A cidade de São Paulo já assiste a um trânsito não só terrestre, mas aéreo também. Atrelado a isso, os hangares existentes tantos nos Aeroportos de Congonhas e Campo de Marte, como em Viracopos, em Campinas (SP), estão com alta demanda de aeronaves e, assim, operam em seus limites. De olho nesse panorama caótico e preocupado em atender a um público em especial, o empresário Diego Briguenti inaugurou no último dia 31 de janeiro, no Aeroporto Campo de Amarais, também em Campinas, a Nest Aviation, um novo conceito em hangaragem.

O espaço é destinado exclusivamente a jatos executivos de grande porte, como Falcon 7X, Gulfstream 550, entre outros. Aeronaves menores não são aceitas no local. Esse novo business no ramo da aviação civil brasileira lança o atendimento V.VIP (Very Very Important Person) aos proprietários desses tipos de aviões, já que a atenção será especial a esse público. "Os aeroportos da capital estão saturados, e Amarais foi uma opção adequada ao negócio que estamos lançando no mercado, pioneiro no Brasil", afirma Briguenti.

O empreendimento teve investimento em torno de R$ 5 milhões e terá uma área de 1,6 mil m² e mais 1.986 m² de pátio. Os custos oferecidos aos clientes são 30% menores do que os de concorrentes que operam na capital paulista. Além da hangaragem, os clientes terão serviços exclusivos, como segurança por sistema CFTV, sala VIP com 36m², escritório privativo para cada aeronave; suíte para descanso da tripulação; e área de convivência para tripulação com sofás, frigobar, TV plasma 42”, internet banda larga, entre outros benefícios.

De acordo com Diego Briguenti, um dos principais conceitos da Nest Aviation é a liberdade que o cliente terá para viajar com rapidez e os custos operacionais menores do que em São Paulo. O empresário comenta que os executivos que investem milhões em jatos modernos querem ter a flexibilidade ao slot (agendamento para pousos e decolagens), sem as complicações dos aeroportos centrais. "Uma das vantagens do negócio é que Amarais proporciona que o empresário chegue ao aeroporto e decole imediatamente. Já em São Paulo os voos executivos não são prioridade, diferentemente o que ocorre com os comerciais", disse.

Outra vantagem é a relação custo e benefício. Por não ter demora, não há gastos excessivos de combustível, sendo uma realidade na maioria dos aeroportos. “Uma aeronave ligada aguardando a sua vez para decolar ou pousar desperdiça muitos mil litros de combustível desnecessariamente. Com essa facilidade da Nest Aviation, o cliente não terá que ficar em uma fila esperando para sair ou chegar no aeroporto.

Para ele, o fato de o hangar estar fora da capital não é um empecilho para o sucesso da Nest Aviation. "A maioria dos empresários utiliza helicópteros para chegar e sair das suas bases. Eles podem fazer um voo de 15 minutos no máximo de São Paulo a Amarais e partir em seguida com o jato para o seu destino. É mais rápido e menos oneroso do que ter que esperar para sair do chão em Congonhas", garante o executivo, que também é piloto privado.

Fonte: Farol Comunitario

sábado, 31 de janeiro de 2009

Air Europa vai adquirir 6 novas aeronaves da Embraer

A Air Europa fechou contrato com a Embraer para aquisição de 6 novas aeronaves do modelo EMB195, As aeronaves serão utilizadas em rotas de Curta e Média Distância .

As entregas estão previstas para o começo de 2010.

Expo Aero Brasil 2009

A 12° edição sera realizada nos dia 2/3/4 e 5/07 nas Instalações do CTA São José dos Campos, SP .

A EAB é um das maiores feiras da América Latina, Tendo no aono de 2008 uma média de publico de 23.500 visitantes e 172 empresas expositoras representando mais de 400 frabricantes, entre eles homologados e exprementas.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

ANAC institui "Decolagem Certa"

As autoridades aeronáuticas brasileiras passarão a negar autorizações de voo para aeronaves ou pilotos cujos certificados ou habilitações tenham alguma pendência na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

O objetivo da iniciativa, batizada de Decolagem Certa, é intensificar a fiscalização sobre a chamada aviação geral.

O segmento, do qual fazem parte táxis aéreos e jatos executivos, concentra mais de 90% das quase 12 mil aeronaves cadastradas no País e, no ano passado, respondeu por 98% dos 102 acidentes registrados pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

O sistema informatizado que possibilitará a checagem das informações foi desenvolvido no ano passado por técnicos da Gerência Regional 2 da Anac, responsável pela Região Nordeste, e deve estar instalado em todos os cerca de cem aeroportos públicos do País até maio.

O procedimento, segundo a agência, será simples e rápido.

Quando o piloto solicitar a aprovação de seu plano de voo à Sala de Informações Aeronáuticas (AIS, na sigla em inglês), o controlador de plantão deverá acessar o banco de dados e verificar a validade das habilitações, certificados e exames médicos.

Caso apareça alguma irregularidade, a autorização de voo será imediatamente rejeitada pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), braço da Aeronáutica encarregado do controle de voo no País.

"O piloto poderá até desrespeitar a ordem, mas estará sujeito a duas autuações: uma por ter decolado sem o aval do controlador e outra por não estar em dia com a documentação exigida", adverte o gerente-geral de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Anac, Ricardo Senra.

Em um guia para pilotos da aviação geral editado no ano passado pela agência, estimava-se que em 25% dos acidentes, pilotos ou aeronaves estavam com certificados e/ou habilitações vencidos.

Atualmente, diz Senra, esse porcentual gira em torno de 15%.

Fonte:

CEAB

Azul lança ônibus para levar passageiros de SP a Viracopos

A Azul Linhas Aéreas anunciou nesta terça-feira que vai começar a operar uma linha de ônibus executivos para levar seus passageiros de São Paulo capital para o aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). Como parte da promoção de lançamento, o transporte será gratuito até o dia 28 de fevereiro.

A empresa informou que a linha vai operar todos os dias em nove horários diários para ida e nove para volta. Os horários serão das 4h30 às 18h30, no trajeto São Paulo-Campinas, e das 6h30 às 21h, no retorno para a capital. Em São Paulo, o trajeto terá início no Shopping Villa-Lobos, na zona oeste.

A companhia afirmou ainda que os veículos que farão o trajeto serão equipados com internet sem fio, TV ao vivo e filmes. O lançamento ocorre no mesmo dia que a Azul inicia seus vôos de Campinas para Vitória e Curitiba.

Na quarta-feira da semana passada, a companhia também anunciou uma promoção de 10 mil bilhetes com passagens promocionais que podem sair até por R$ 51, no caso do trecho Campinas-Curitiba.

Fonte:

Escola de aviação - CEAB

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Report da minha 05 aula na Ej - PS 5


Opa olha eu aqui para reportar mais uma de minhas aulas na EJ, No Domingo dia 21/12/08, lá fui eu novamente para Jundiaí para dar seqüência as minhas aulas de vôo, esta aula foi administrada pelo Instrutor Daniel Long Borsato ( nome Pst. Long), ao qual teve com a minha pessoa uma ótima interação entre o briefing e o debriefing, iniciei com o chek externo sendo que ao final do chek foi solicitado um caminhão reabastecedor de combustível, pois a aeronave PR-EJI tinha retornado de um vôo, minutos antes e na EJ nem uma aeronave decola de tanque quase cheio.

Após o reabastecimento conferi a tampa do tanque de combustível para ter certeza que estava bem fechado, já dentro da aeronave solicitei ao solo Jundiaí autor. para acionar o motor, motor acionado e todos os instrumentos do motor checados solic. Táxi, autorizado iniciei, claro como de praxe tive um pouco de dificuldade, ( a fonia foi feita por mim “ só o cortejamento da notificação foi feita pelo instrutor ”) ao para no ponto de espera da pst. 18 solicitei autorização para alinhar, a torre disse que após a passagem do trafego poderia alinhar e manter, após a passagem do trafego alinhei e não demorou muito fui autorizado a decolar, potencia aplicada e a aeronave puxando um pouco para a esquerda “ devido ao torque do motor ” comecei a compensa com o pedal direito e aeronave deu algumas rabeadas tendo assim perdido um pouco do alinhamento da pista, mas nada para se preocupar, após a decolagem foi solicitado à torre de Jundiaí o cruzamento da pista para o setor W “Oeste”, após o cruzamento seguimos na proa de Itapeva/ Jacaré a 4000 Pés, ao chegar ao local de instrução iniciamos a aula com curvas de P/M/G inclinação onde deveria não perder nem ganhar altitude, sendo que minha variação foi entre 100/150 pés nas curvas de M e G inclinação, na de pequena inclinação tive um pouco de dificuldade para achar um ponto de referencia entre o horizonte e o painel, fizemos também o treinamento de vôo planado, pois sabe como é em uma pane real tem que saber como proceder com a aeronave, após o nosso treinamento solicitei autorização para retornar para Jundiaí, quando a um minuto do fixo Eloi Chaves, foi me reportado que seria 02 para pouso, tendo que abrir após o cruzamento uns 15° para a minha direita para adentrar no circuito de trafego a minha esquerda na perna do vento, alongamos a perna antes de girar para perna base para não colidir com a aeronave que avia acabado de pousar, a pista em uso é a 18, entrei na perna base já colocando a aeronave em configuração para pouso com flap 10°, sendo que ao alinhar na final, reportei a torre que me encontrava na final e foi me autorizado pouso ao qual foi realizado por mim com auxilio do instrutor, o instrutor me falou que a única coisa em que errei foi ter me preocupado com a velocidade esquecendo da altitude, o pouso foi muito suave, logo após o pouso a deixei rodar ate o final da cabeceira para livrar a pista para o próximo trafego que vinha logo atrás de mim.


Após livrarmos a ativa prosseguimos para o pátio da EJ onde foi feito o chek de corte e abandono.


Na minha opinião vale a pena ter aulas com vários instrutores, pois cada um tem um tipo de experiência a nos passar, sendo assim você não terá tempo bastante para pegar nem uma mania, pois sempre terá algum instrutor lhe corrigindo em algo que ele ache errado e lhe dando chance para corrigir os seus erros.


A todos Desejo que fiquem com DEUS e que o ano de 2009 tenha muitos sonhos realizados e com muito dinheiro no bolso para fazer as horas de Vôo ou ate mesmo para comprarmos a sua própria aeronave.


A todos bons Vôos e ótimos pousos com céu de brigadeiro, como já falei, se estão pensando em fazer um curso de piloto ou mecânico aconselho a EJ – Escola Aeronáutica Civil com base operacional em Itápolis e Jundiaí.


EJ-Escola Aeronautica Civil

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Os melhores Servidores para o vôo on-line

A todos que estão procurando um servidor para realizar os seus vôo simulados através do Flight Simulator ou o X-Plane, aconselho os servidores da Vatsim e o da Ivao, pois o cadastro é simples e fácil, e os controladores e os pilotos que por lá realizam os seus vôos sempre estão prontos para alem de controlar e de voar, ainda estão dispostos a ajudar a quem precisas, em quanto na Globalsim que é super enjoada por não aceitar os tipos de e-mail's free, tipo Hotmail, Yahoo, GMail e etc... .

Não sei como é voar lá, mas não gostei nem um pouco de como fui tratado logo no cadastro, pois como dito em cima, acho que isso é um tremendo preconceito com que utiliza estes tipos de e-mails.

Então fica aqui o meu repot. sobre onde voar on-line.

Links dos Servidores:
Vatsim
Ivao

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Report da minha 4 aula de vôo na EJ


Opa não me esqueci do que falei no report. Passado, e lá vamos nós para mais um report. Este da minha 4 aula de vôo, sendo que são 08:00 da manhã em Jundiaí dia 30/11/08, como no outro report. Eu falei o taxi foi bem complicado, pois às vezes me enrolo com os pedais de comando, mas ta valendo como todos sabem no começo tudo é difícil, e ao para no ponto de espera solicitamos autorização para alinhar, a torre disse que após a passagem do trafego poderia alinhar e manter, ao dar potencia no motor elevei D+ o giro e pensando rápido, por sinal rápido D+ pisei no pedal esq. e no freio ao mesmo tempo, quase ocasionando um cavalo de pau com o Cessna 152 “como todos sabem uma aeronave triciclo não da cavalo de pau” eta que chacoalho, já alinhado fui autor. a decolar e após decolagem fomos para o setor W onde iniciamos meu treinamento, começamos com curvas de 180° e de 90° de P e M inclinação tendo logo depois iniciado o vôo planado onde me dei bem, pois sem olhar o velocímetro iniciei o planeio e compensei a 65KT que é o recomendado para o vôo planado com flap recolhido, realizamos 3 manobras do tipo, demos inicio a uma manobra do tipo “S” sobre a estrada com curvas de 180°, sendo que logo após esta manobra iniciamos o nosso retorno ao Aeroporto de Jundiaí como descrito no report. Anterior após a perna base alinhamos na final onde levei a aeronave ate após a cabeceira, onde quase fazendo o toque o instrutor assumiu, após o pouso o comando estava de novo comigo onde iniciei o taxi para o pátio da EJ.


No pátio iniciei o corte do motor e o abandono da aeronave.


Esta grande aula foi administrada pelo grande Instrutor Alexandre Medeiros Gandini (nome de PST. Gandini), ao qual me pediu que fosse mais suave com as manobras em solo e com o freio, pois de manobras em vôo eu estava me saindo muito bem.


Nos vemos no prox. Report. Quem sabe antes do natal.


Um grande abraço a todos que visitam este blog.

Report da minha 3 aula de vôo na EJ


Já estava na hora de fazer o report. sobre as minhas 02 ultimas aulas na EJ, Estava eu em Jundiaí no Sábado ( 29/11/08) por volta das 17:00, fiz o de costume, o check externo e embarquei, ajeitei o banco e os cintos de segurança, pronto, estamos iniciando o taxi e quando me vejo precisei reduzir a velocidade da aeronave, ai é que esta, me enrolei com os pedais e acabei indo procurar o pedal de frio entre os pedais de comando, e não achando o pedal de freio me dei conta de que não estava em um carro e taquei o pé nos 02 pedais quase fazendo uma parada instantânea, só faltou o instrutor cair na minha pele, ai minha orelha “ ainda bem que estava de headphone “, sem contar que o solo Jundiaí reportou que tinha uma aeronave atrás de nós, e eu fui procurar ver a aeronave pelo retrovisor, olhando para o lado esq. “ Aeronaves não tem retrovisor ” estas gafe ate deixo passar, pois trabalho o dia inteiro com carro, ai já sabe !!!!


No ponto de espera, Check – List na mão e lá vamos nós, teste de maguinetos, comando livre e chamamos a torre Jundiaí, autorizado a alinhar, alinhamos e iniciamos a decolagem com vento fraco que vinha 173° com 5 KT, a 65KT saímos do chão e iniciamos a sub. com veloc. de 70 KT, após 500 pés curvamos a esquerda “decolamos da cabeceira 18”, fomos para o setor W e lá demos inicio ao treinamento da aula, começamos com o vôo planado e logo apos iniciamos as curvas de P/M e G inclinação, a de grande inclinação é algo assombroso, pois a curva é feita a 45° com a linha do horizonte, a cabrada “ puxar o manche ” é radical, pois precisa manter a altitude sempre nivelada e dar um pouco de potencia para a aeronave não Picar “a aeronave entra em atitude de descida ”, e após 02 curvas sendo uma para a esquerda e outra para direita, iniciamos uma manobra que se faz em curva pela esq./dir. subindo e nivelando e depois descendo e nivelando, fizemos aprox. 04 manobras neste estilo e fizemos curvas descendentes no vôo planado e curvas ascendentes de media inclinação, Que loco, As curvas foram de 90° e de 180°.


Após a aula no setor W iniciamos o retorno descendo para 3500 pés ate o traves do Eloi Chaves, passando o traves do Eloi Chaves adentramos ao trafego de Jundiaí a 3000 pés onde ao entrar na perna base iniciamos a configuração do flap, com mais uma curva de 90° a esq. iniciamos a descida na reta final, eu levei a aeronave ate perto da cabeceira, a onde o instrutor assumiu para realizar o toque.


Após o pouso iniciei o taxi, claro muito melhor do que quando taxiamos para a decolagem, pois já estava mais acostumado com os pedais.


No pátio da EJ corte do motor e abandono da aeronave.


Esta aula maravilhosa foi administrada pelo Instrutor Matheus Calil Gontijo ( nome de PST. Gontijo ).


Um grande abraço a todos e nos vemos no prox. Report.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Chuva atrasa 72 vôos em quatro aeroportos de MG

A Infraero registrou 72 vôos atrasados e dez cancelados nos quatro principais aeroportos de Minas Gerais, em conseqüência da chuva que atinge várias regiões do Estado desde a noite de domingo. Os temporais também afetaram o tráfego nas estradas e causaram inundações e deslizamentos.

No Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte, dos 45 vôos previstos para decolar desde as 6h, ao menos 22 atrasaram mais de 1 hora. Outros dois vôos foram cancelados definitivamente. Já dos 35 vôos previstos para pousar em Confins, 12 desceram com atraso e três foram suspensos pelas companhias aéreas.

No Aeroporto Carlos Drummond de Andrade, na Pampulha, das 18 partidas previstas até o fim da manhã, a Infraero registrou 11 atrasos e um cancelamento. Dos 13 vôos de chegada previstos até as 12h, seis atrasaram.

Os aeroportos do interior de Minas também operaram com atrasos devido à chuva. Em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, dos 34 pousos e decolagens previstos, mais da metade, 18, sofreram atrasos. Cinco foram cancelados.

Em Uberaba, também no Triângulo Mineiro, das três partidas previstas até o fim da manhã, uma registrou demora na partida. Para a chegada, todos os três vôos previstos registraram atrasos superiores a 1 hora.

Acidentes
Nas rodovias mineiras, as polícias rodoviárias já começam a registrar acidentes ocasionados pela pista molhada. Na BR-040, próximo de Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte, duas pessoas feridas depois que o carro em que elas estavam capotou. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, a chuva pode ter sido uma das causas do acidente. O Corpo de Bombeiros foi acionado para resgatar as vítimas, e às 10h40 trabalhava no local para retirar os feridos das ferragens.

Alagamentos
Os temporais também já provocam alagamentos e deslizamentos. De acordo com dados do Corpo de Bombeiros, até as 10h45, foram registrados dez pontos de inundações nas cidades de Contagem, Ribeirão das Neves, Santa Luzia e Belo Horizonte. Ninguém ficou ferido.

Já na rua Serra Azul, Bairro Alto Vera Cruz, em Belo Horizonte, a parede de um barracão desabou sobre uma mulher. A vítima foi retirada dos escombros por outros moradores da residência. Segundo os bombeiros, ela sente dores por todo o corpo e será socorrida a um hospital. O barracão corre risco de desabamento e será vistoriado pela Defesa Civil.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a previsão é de chuvas ininterruptas em Minas até a próxima quarta-feira. O Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil alertam para o risco de novas inundações e deslizamentos, e pedem que a população evite as áreas de risco e encostas de morros.

O balanço da Defesa Civil de Minas Gerais mostra que, desde o início do período chuvoso, em setembro, cerca de 102 mil pessoas já foram afetadas pelas chuvas no Estado. Trinta cidades decretaram situação de emergência. Nove mil pessoas ficaram desalojadas e duas mil desabrigadas. A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) registrou ainda 300 feridos e quatro mortos. Doze mil casas foram danificadas e outras 66 destruídas totalmente.

Fonte:

Terra Noticias

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Americana sem braços consegue licença para pilotar

Uma americana do Estado do Arizona superou o problema congênito, que fez com que nascesse sem os braços, e se tornou a primeira piloto a usar apenas os pés para conduzir uma aeronave. Jessica Cox, 25 anos, garante que a única coisa que não faz é usar a frase "eu não posso".

O instrutor afirma que alguns outros alunos não chegam perto da habilidade que Jessica demonstra. "Quando ela chegou aqui dirigindo um carro, eu sabia que ela ia pilotar um avião sem qualquer problema", diz. "Ela é uma boa piloto. É uma rocha sólida", completa Traweek Parrish.

A maior dificuldade de Jessica foi encontrar um avião compatível a sua capacidade, mas ela finalmente o achou. A aeronave fabricada em 1940 serve perfeitamente aos vôos da nova piloto.

Esta não é primeira tarefa aparentemente difícil que Jessica supera. Além de atividades do dia a dia, como pentear os cabelos, usar o telefone e dirigir, ela, que se formou em Psicologia, é bailarina profissional e faixa preta no Taekwondo.


Fonte:
Terra On-line

Sobe nº de mortos em queda de caça em residência

Chega a três o número de mortos após a queda de um caça F/A-18 Hornet da Marinha dos Estados Unidos, confirmaram as autoridades nesta terça. O acidente aconteceu ontem em um bairro residencial de San Diego, na Califórnia, nos Estados Unidos, destruindo duas casas.

» Veja fotos do acidente
» Caça militar cai em San Diego

As vítimas - dois adultons e uma criança, de acordo com o Instituto Médico Legal de San Diego - estavam em uma das duas casas destruídas com a queda do avião. Um outro morador da casa ainda não foi encontrado.

O piloto, que se comunicava com os controladores aéreos militares antes do incidente, conseguiu abandonar a aeronave antes da colisão, que ocorreu no bairro de University City.

"Quero transmitir minhas condolências às famílias dos mortos neste infeliz incidente e agradeço a colaboração das autoridades locais para minimizar o dano", disse o coronel dos Marines O'Connor, que assegurou que as causas serão profundamente investigadas.

O militar destacou que o piloto, que foi internado em um hospital e se encontra estável, informou à base aérea de que tinha problemas, mas as complicações não foram especificadas.

O acidente aconteceu às 11h59 (17h59 de Brasília) a duas milhas da base aérea e naval de Miramar do corpo dos fuzileiros navais dos Estados Unidos, quando a aeronave, que participava de manobras, foi obrigada a tentar fazer um pouso de emergência em uma região povoada.

O acidente causou pânico nos habitantes das casas próximas, que escutaram um forte barulho, e, em seguida, viram a fumaça e pouco depois foram alertados pelas forças da ordem da existência de produtos químicos tóxicos no ar.

Uma funcionária do centro de ensino médio do distrito afirmou que ouviu primeiro uma explosão e, a seguir, viu uma pessoa sair da aeronave com um pára-quedas antes que esta impactasse o solo.

A escola foi fechada com os estudantes no interior por motivos de segurança. O caça fazia parte de um esquadrão de treino que partiu do porta-aviões USS Abraham Lincoln.

Ao perceber o problema, o piloto tentou se afastar das áreas povoadas antes de ter de abandonar a nave e saltar de pára-quedas. O caça F-18 é uma aeronave de guerra de dois lugares dos Marines capaz de superar a velocidade do som.


Fonte:
Terra On-line

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Pilotos do Legacy desligaram o transponder, conclui Aeronáutica

Os pilotos do jato Legacy que colidiu com o Boeing da Gol em setembro de 2006, matando 154 pessoas e causando a segunda maior tragédia da aviação brasileira, manusearam o transponder de forma errada. É o que mostra o relatório final da Aeronáutica sobre o acidente, informa reportagem da colunista Eliane Cantanhêde na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

Se estivesse operando normalmente, o equipamento teria evitado o acidente, porque é ele que aciona o TCAS, sistema anti-colisão capaz de desviar o avião de qualquer alvo sólido que esteja à frente, mesmo à revelia dos pilotos. O relatório revela que o transponder do Legacy foi manuseado de forma errada pelos pilotos e entrou em "stand by" inadvertidamente.

O mecanismo TCAS seria a última chance de impedir o choque, depois de uma série de erros, desde displicência até falta de comunicação --tanto dos pilotos norte-americanos Joe Lepore e Jan Paladino, do Legacy, quanto dos controladores do Cindacta (Centro Integrado de Defesa Aérea e de Controle de Tráfego Aéreo) em Brasília e em São José dos Campos (SP), de onde o Legacy decolou para seu primeiro vôo.

A investigação, comandada pelo Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), foi detalhada não só em texto, mas numa reconstituição de tudo o que se passou com os dois aviões. O trabalho tem mais de duas horas e foi todo feito com base nos dados das caixas-pretas e dos radares em terra.

Fonte:
Folha On-Line

Quatro horas após cair com avião, secretário amazonense se recupera em casa

Passado o susto de cair com avião, o secretário da Segurança Pública do Estado do Amazonas, Francisco Sá Cavalcante, já está em sua casa. Passadas pouco mais de quatro horas do acidente, Cavalcante foi socorrido no pronto-socorro do Hospital Municipal 28 de Agosto e, em seguida, liberado. Na queda, o piloto do hidroavião morreu.

Apesar disso, outro passageiro que viajava com o secretário, o diretor do Instituto de Ensino Integrado da Segurança Pública, coronel Francisco das Chagas Gomes Pereira, permanece internado no hospital em observação.

Segundo o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Antônio Dias dos Santos, Chagas sofreu alguns ferimentos na cabeça, mas passa bem. O co-piloto e um aluno oficial da Polícia Militar que estavam no avião também foram liberados do hospital.

Acidente

Um hidroavião, transportando cinco pessoas, caiu por volta das 7h30 (horário local --duas horas a menos de Brasília) deste domingo no Estado do Amazonas logo após a decolagem. O piloto da aeronave, Antônio Alberto Machado Cavalcante, de 41 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

O avião, de prefixo "PT-ONN", decolou de um hangar de uma marina que fica no igarapé do Tarumã, em Manaus. Poucos minutos depois, testemunhas dizem que ouviram um barulho estranho na aeronave quando, ainda no igarapé, caiu a cerca de um metro da margem, batendo em algumas árvores.

Ainda de acordo com o comandante dos Bombeiros, o coronel Chagas ficou preso às ferragens e sofreu alguns ferimentos na testa e nas costas. Exceto o piloto, os demais passageiros conseguiram sair de dentro da aeronave. As causas do acidente ainda não foram esclarecidas.


Fontes:

Folha On-Line