sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

ANAC pretende alterar RBHA121

ANAC Esta propondo alterar o RBHA 121 para que pilotos militares possam operar aeronaves civis como se fossem pilotos de linha aérea, ai eu pergunto como fica nós que estamos pagando cada hora de vôo em media R$ 300,00 e batalhamos tanto para chegar a piloto comercial e alem disso a PLA.

E vou alem, porque a ANAC não solicita aos militares que cedam suas aeronaves e instrutores para auxiliar aqueles que estão tentando chegar à carreira de piloto comercial.

Se o emprego for de um militar, quem deverá pagar o salário? A FAB? Com isso, a empresa aérea vai reduzir o custo de sua folha de pagamento, tornando o negócio muito interessante!

Agora, porque não pegar estes militares e colo calos na inspeção de aeronaves na Amazônia onde a ANAC diz não ter ninguém para fiscalizar as aeronaves e já pensa na possibilidade de devolver esta área ao extinto DAC.

Eu fiz as minhas contas e um piloto para chegar a inicio de carreira vai ter um custo médio de R$ 80.000,00 mil reais, Passando por todos os cursos que são exigidos para exercer esta profissão (PPA/MULT-PCA/INVA/PLA e bancas da ANAC), e o que um piloto militar fez para pilotar uma aeronave civil ???? No que eles são melhores que nós ???


Agora aqui esta a minuta de alteração da ANAC:

“121.545 – MANIPULAÇÃO DOS CONTROLES
Nenhum piloto em comando pode permitir que alguém manipule os controles de um
avião durante o vôo e nenhuma pessoa pode manipular os controles de um avião em
vôo, a menos que essa pessoa seja:
(a) um piloto qualificado do detentor de certificado operando a aeronave;
(b) um INSPAC piloto qualificado, autorizado pelo piloto em comando, executando
verificação de operação em vôo;
(c) um piloto de outro detentor de certificado de empresa de transporte aéreo,
autorizado pelo detentor do certificado de empresa de transporte aéreo
operador da aeronave e pelo piloto em comando, e devidamente qualificado,
conforme Programa de Treinamento aprovado do operador da aeronave; ou
[(d) um piloto das Forças Armadas, autorizado pelo detentor do certificado de
empresa de transporte aéreo operador da aeronave e pelo piloto em comando, e
devidamente qualificado, conforme Programa de Treinamento aprovado do
operador da aeronave.]”

Queriam tanto desmilitarizar o controle no Brasil ( Antigo DAC ) por que permitir que pilotos militares tomem os nossos lugares por direito, como pilotos – estudantes que pagam cursos e bancas ( provas da anac) caras, e quando chegamos lá descobrimos que tem um piloto militar trabalhando no nosso lugar.


Aqui fica a minha revolta contra a falta de auxilio com os pilotos e futuros pilotos do nosso Brasil, que se depender da ANAC vai continuar a perder pilotos para as companhias estrangeiras.


Caso queira ler mais sobre este artigo entre no site da ANAC e vejá do que eu não, mas todos os pilotos estam falando. ANAC - Alteração da Seção 121.545 - clik aqui



quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Anac pretende liberar tarifas para voos internacionais

SÃO PAULO, 12 de fevereiro de 2009 - A liberação gradual das tarifas dos voos internacionais com origem no Brasil deve sair em no máximo dois meses, conforme informou ontem o diretor de Serviços Aéreos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Marcelo Guaranys. Essa medida deveria ter entrado em vigor no primeiro dia do ano, porém, a Justiça atendeu a solicitação do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea) para bloquear a queda no preço nas tarifas.

Segundo Guaranys, a alegação do sindicato para que as novas tarifas não entrassem em vigor no início do ano foi a de que não houve audiência pública para o debate do tema. Como a agência realizou audiência pública ontem, a expectativa do diretor da Anac é de que em dois meses os novos preços poderão começar a ser praticados. "A audiência é para receber as contribuições da sociedade. Agora esse processo deve durar entre um e dois meses", afirmou Marcelo.

Na audiência realizada ontem, a maior reclamação das empresas foi a de que com a liberação de tarifas, as companhias aéreas internacionais poderão praticar preços semelhantes ou até mais baixos do que as brasileiras, o que poderá acabar com o mercado aéreo brasileiro em viagens internacionais.

Fonte: Gazeta Mercantil

Aviação civil volta a preocupar

Ocorrências registradas em aeronaves na Amazônia nos últimos dias devem impulsionar maior atenção ao setor

A tragédia ocorrida no último sábado, quando um avião Bandeirante caiu no Rio Manacapuru, no Amazonas, e matou 24 pessoas, assim como o incidente registrado na manhã de ontem no Aeroporto Internacional de Rio Branco, ocasião em que o pneu de uma aeronave estourou pouco antes da decolagem, demonstraram que a aviação civil volta a dar sinais de fragilidade na região.
A gravidade dos acidentes ocorridos nos últimos anos fez que com a sociedade chegasse a questionar a ação dos controladores de voo, quando houve inclusive troca de comando nos órgãos gestores da aviação e foi ressaltada a importância de se investir mais na segurança e no controle aéreo.

Levando em consideração que os grandes problemas são antecedidos por sinais de falhas que nem sempre são vistas com gravidade, os usuários do sistema esperam que os últimos acontecimentos com aviões pequenos sirvam de alerta para evitar maiores catástrofes.

Os maiores prejuízos causados por acidentes aéreos são a perda de vidas e o sofrimento da família, além do fato de os processos indenizatórios em casos dess tipo demorarem anos, e até décadas, para serem concluídos.

Os passageiros que na manhã de ontem embarcaram em um avião Bandeirante no Aeroporto Internacional de Rio Branco com destino ao município de Feijó foram surpreendidos por uma falha.

Minutos antes de decolar, um dos pneus estourou e deixou as 18 pessoas que estavam dentro da aeronave apavoradas, já que a fumaça foi intensa no momento do ocorrido.

Messias Viana, um dos passageiros que estava no Bandeirante, acredita que o problema de ontem só não foi maior pela competência e experiência do piloto. “Quando o avião começou a se locomover eu estava com um fone de ouvido e, mesmo assim, escutei um grande estouro. Naquele momento olhei rapidamente para baixo e percebi que tinha muita fumaça saindo do avião. Graças a Deus o piloto era extremamente experiente e conseguiu reverter muito bem a situação”, declarou Messias.
Por conta do problema no avião de pequeno porte, outra aeronave que estava se aproximando do Aeroporto de Rio Branco por volta das 9 horas teve que sobrevoar a cidade por cerca de 40 minutos para que o Bandeirante que apresentou falha fosse retirado da pista e o outro fizesse a aterrissagem normalmente.

Fonte: UOL - on-line

Anac poderá fechar helipontos irregulares em SP

SÃO PAULO, 11 de fevereiro de 2009 - Trinta projetos de helipontos em São Paulo, entre eles, alguns em pleno funcionamento, foram indeferidos pela prefeitura da capital paulista e deverão ser fechados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

'Temos uma lista de helipontos que estamos terminando de processar que têm irregularidades que dificilmente serão sanadas e, nesse caso, teremos que partir para o fechamento', disse hoje o diretor de Infraestrutura Aeroportuária da Anac, Alexandre Gomes de Barros. A localização desses helipontos não foi identificada pelo diretor.

A Anac é a empresa responsável pela fiscalização da infra-estrutura dos helipontos e também cabe a ela aplicar punições aos helipontos irregulares. Já a prefeitura municipal fiscaliza a compatibilidade dos helipontos com a lei de zoneamento urbano e o Serviço Regional de Proteção ao Vôo fiscaliza o tráfego aéreo dos helicópteros.

A cidade de São Paulo tem hoje a maior frota de helicópteros do país, com 309 aeronaves, além de possuir 214 helipontos registrados e homologados. Desse total, a Anac estima que 40% estejam em situação irregular.

'Não é uma preocupação o alto número de helipontos da cidade, mas sim o alto número de irregularidades. Estimamos que 40% dos helipontos de São Paulo tenham alguma irregularidade', disse Barros.

De acordo com o diretor da Anac, a proximidade entre os helipontos da capital, fenômeno comum em áreas como a Avenida Paulista, Avenida Brigadeiro Faria Lima e na Marginal Pinheiros, pode vir a provocar um acidente aéreo, embora esse risco 'não seja ainda iminente'.

Para tentar prevenir essa possibilidade de acidentes aéreos e regularizar a situação desses helipontos, a Anac promoveu hoje, em São Paulo, um fórum de debates com proprietários de helipontos privados.

Na próxima semana, a Anac espera definir um prazo para que esses proprietários procurem voluntariamente o órgão para corrigir essas irregularidades. 'Findo esse prazo, aqueles helipontos que tiverem irregularidades identificadas e não se adequaram às normas sofrerão punições', disse. As punições podem variar de uma suspensão temporária até multas e o fechamento do heliponto.

O crescimento no número de helipontos na capital têm assustado e preocupado as associações de moradores. Presentes ao fórum da Anac, as associações denunciam como grandes problemas o ruído provocado pelos helicópteros à noite, as suas rotas rotas, a ausência de fiscalização e a falta de um marco regulatório na cidade.

'O marco regulatório está há dois anos engavetado e não sai. Estamos vivendo um caos aéreo. Todos os helipontos estão saturados, as áreas estão saturadas. Falta vontade política de realmente tentar solucionar o problema', afirmou Márcia Vairoletti, que faz parte de um grupo de trabalho que reúne cinco associações de moradores destinado a avaliar questões envolvendo helicópteros, helipontos e aeroportos.

Fonte: Gazeta Mercantil

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Anac conecta banco de dados com aeroportos para melhorar fiscalização

São Paulo - Dados sobre a documentação de aeronaves e pilotos poderão ser verificados antes da liberação do plano de voo em todos os aeroportos do País.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) pretende concluir em maio um projeto para interligar seus bancos de dados os aeroportos do País. O objetivo é melhorar a fiscalização das aeronaves particulares e dos pilotos.

Segundo o gerente geral de investigação e prevenção de acidentes aeronáuticos da agência, Ricardo Senra, um sistema instalado nas salas de Serviço de Informação Aeronáutica (AIS) dos aeroportos vai permitir que a documentação dos pilotos, aviões e helicópteros sejam acessadas diretamente do banco de dados da Anac, antes de ser concedida autorização para decolagem.

No AIS, os pilotos de taxi aéreo e da aviação geral (aviões e helicópteros particulares e aviação agrícola) entregam seus planos de voo, que são conferidos pelos profissionais da agência. Com o sistema, por meio da matrícula da aeronave e do número de habilitação do piloto, será possível, imediatamente, verificar se existe algum problema antes de liberar o plano de voo.

Para decolar, os pilotos precisam estar com a habilitação em dia e a aeronave necessita de alguns documentos, como a inspeção anual de manutenção e o seguro aeronáutico.

Um levantamento feito pela agência apontou que em cerca de 25% dos acidentes registrados existia alguma irregularidade. Com o programa, batizado de Decolagem Certa, os pilotos serão obrigados a procurar a Anac para regularizar suas situações e de suas aeronaves.

O sistema já está funcionando em fase de testes nos aeroportos de Congonhas, Guarulhos e no Campo de Marte, responsáveis por 50% do tráfego aéreo nacional da aviação geral e táxi aéreo. A partir de maio, o projeto estará funcionando em todos os aeroportos do País.

Fonte: UOL - Noticias

Azul Linhas Aereas vai operar no Aeroporto dos Navegantes

FLORIANÓPOLIS, 11 de fevereiro de 2009 - A Azul Linhas Aéreas começa a voar para Navegantes em abril. A nova linha faz parte dos planos de expansão da empresa, que anunciou, ontem, outros três novos destinos: Fortaleza (CE), Manaus (AM) e Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Com o voo de Recife, já divulgado, são cinco novos destinos a partir de Campinas (SP) que começam a ser operados pela companhia aérea nas próximas semanas. A ligação entre Campinas e Navegantes será feita em três horários distintos, com voos às 6h20min, 10h05min e 17h55min. De Navegantes para Campinas, os aviões decolam às 7h50min, 14h45min e 19h05min. O tempo estimado de voo é de uma hora e 10 minutos, e os passageiros podem também fazer a rota Porto Alegre-Navegantes, com conexão em Campinas. A operação no Aeroporto de Navegantes começa no dia 1º de abril, mesma data em que a empresa ligará Campinas ao Aeroporto do Galeão, no Rio. Além das novas rotas, a Azul Linhas Aéreas anunciou a promoção Azul 25, cujo diferencial é oferecer aos clientes 25% de redução nas tarifas na hora da reserva, bastando apenas mencionar a promoção para garantir o desconto. Com a oferta das novas rotas, a Azul passará a servir nove destinos, todos a partir do Aeroporto de Viracopos, em Campinas, diariamente: Curitiba, Navegantes, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Vitória (ES), Salvador, Recife, Fortaleza e Manaus.

- Desde que começamos a operar, há 10 semanas, estamos contentes com a forma com que fomos recebidos pelo mercado brasileiro. Em abril, já estaremos servindo 10 cidades, na medida em que expandimos nossa malha aérea pelo país e oferecemos conforto, diversas frequências diárias, voos diretos e tarifas co mpetitivas - disse David Neeleman, presidente do Conselho da Azul.

Segundo ele, a empresa tem uma proposta diferenciada, ligar cidades brasileiras com voos diretos e diversas frequências por dia. Ao longo de 2009, a Azul vai receber um novo avião por mês, chegando a 14 aeronaves em dezembro. Hoje são sete na frota da companhia.

Fonte: Gazeta Mercantil

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Diretor do aeroporto de Coari admite não fiscalizar voos

São Paulo - O diretor do Departamento Aeroportuário de Coari, que administra o aeroporto de onde saiu o voo que caiu sábado em Manacapuru, Eufrázio Azevedo Filho, admitiu ontem que não existe nenhuma fiscalização de aeronaves no local, que é administrado pela Prefeitura e já havia sido interditado em 2006 pelas autoridades aeronáuticas por falta de segurança - pois até agricultores atravessavam a pista durante as decolagens.

Por mês, o aeroporto opera 180 viagens e transporta, em média, 3 mil passageiros. Por volta das 16 horas de sábado, o Bandeirante prefixo PT-SEA que seguia de Coari para Manaus caiu no Rio Manacapuru, provavelmente após uma pane em um dos motores e uma tentativa de pouso forçado. Das 28 pessoas a bordo do turboélice, só quatro foram salvas pela população ribeirinha, antes de a porta de emergência ficar travada.

Dos 103 acidentes aéreos contabilizados em 2008, 98% envolveram aeronaves da aviação geral (táxi aéreo e jatos executivos). A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) já preparam regras rígidas para o setor. Batizada de Decolagem Certa, a ação tem o objetivo de vetar autorizações de voo para pilotos ou aviões cujas licenças estejam vencidas. O sistema, desenvolvido pela Gerência Regional do Nordeste, deverá estar instalado nos cerca de cem aeroportos públicos do País até maio. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Fonte: Abril.com - Noticias

Pista das Lajes põe em risco aviação civil

A pista da Base das Lajes, nos Açores, está em tal estado de degradação que a aviação civil pode estar nesta altura já em risco. O alerta é deixado pelos deputados Mota Amaral e Joaquim Ponte.

Os social-democratas já pediram explicações ao ministro da Defesa, mas ainda não obtiveram resposta.


A reasfaltagem da pista da Base das Lajes foi considerada urgente na última reunião da comissão bilateral permanente do acordo de cooperação entre Portugal e os Estados Unidos.

Portugueses e norte-americanos estão de acordo que a pista está degradada mas, quanto ao arranjo, nada se define e o problema arrasta-se. Sabe-se apenas que poderá custar 20 milhões de dólares.

Joaquim Ponte deputado do PSD refere que é preciso ter em conta três questões: saber em que condições de segurança se fazem agora as operações; saber quando as obras se vão fazer e em que condições; saber que custos vão ter e como se repartem.

Estas dúvidas foram colocadas em requerimento na Assembleia da República. Os dois deputados querem saber se o Governo tem conhecimento do estado da pista principal das Lajes e o que tenciona fazer.

Contactado o Ministério da Defesa, o assunto foi remetido para o Ministério dos Negócios Estrangeiros que detém a tutela da Base das Lajes, de onde também não houve resposta.

Fonte oficial do Instituto Nacional da Aviação Civil disse à Renascença que até hoje não recebeu formalmente qualquer queixa sobre o estado da pista.

De acordo com o INAC a manutenção daquela pista militar - também utilizada pela aviação civil - é da responsabilidade da Força Aérea, que tem inclusivamente no local um gabinete de prevenção e investigação de acidentes. Assim, caso surja uma queixa sobre o estado da pista, o Instituto Nacional da Aviação Civil terá que se dirigir ao Estado Maior da Força Aérea.

Fonte: Renascença

Anac não inspecionou avião que caiu no AM e matou 24

MANAUS - O avião Bandeirante que caiu no último sábado no rio Manacapuru, próximo ao município de Manacapuru, no Amazonas, e deixou 24 mortos, não passou por inspeção da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) antes de decolar. A agência fiscaliza as aeronaves por amostragem, por falta de condições técnicas. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

O jornal afirma ainda que o avião estava com mais passageiros do que a capacidade máxima registrada na Anac. A Aeronáutico investiga se o excesso de pessoas tem relação com o acidente.

Entre os itens que passam pela fiscalização da agência, estão o número de passageiros e a documentação da aeronave e piloto. No aeroporto de Coari, diz a Folha, não há equipe fixa da Anac e a última inspeção foi feita em outubro de 2008.

A agência abriu um processo para investigar as condições de segurança operacional da empresa Manaus Aerotáxi. Contudo, a Anac já afirmou que não havia registro de acidentes envolvendo a empresa.

Fonte: JB - On-Line

Avião faz pouso forçado em fazenda de MG

Um avião de pequeno porte fez um pouso forçado na segunda-feira (9), em Pará de Minas (MG). Logo depois, a polícia chegou ao local e encontrou a aeronave parcialmente destruída, mas os tripulantes já não estavam no local.

O avião teria passado por cima da BR-352 antes de parar no pasto de uma fazenda. Segundo os policiais, houve pane no motor.

O piloto foi encontrado no aeroporto da cidade, que fica a poucos metros do lugar do acidente. A área foi isolada e a aeronave mantida sob guarda policial. Na tarde desta terça-feira (10), técnicos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) deverão chegar à cidade para apurar as causas do acidente.


Fonte: Gazeta On-Line

Dornelles pede regras que defendam empresas de aviação brasileira

O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) cobrou do governo federal a adoção de regras que permitam, mesmo de forma indireta, a defesa das empresas brasileiras de aviação da concorrência desleal e de práticas comerciais predatórias. Ele também lembrou que o chamado Custo Brasil precisa ser reduzido, já que as empresas aéreas do país gastam muito mais com impostos, contribuições sociais, burocracia, juros elevados e encargos trabalhistas do que suas concorrentes do exterior.

Segundo o senador pelo Rio de Janeiro, o acordo aéreo assinado com os Estados Unidos no início dos anos 90 (que permitiu às grandes companhias aéreas norte-americanas operarem na linha Brasil - Estados Unidos) trouxe prejuízo para as empresas de aviação brasileiras, sobretudo para a Varig, que tinha nesse roteiro sua principal fonte de receita na área externa.

Depois da assinatura do acordo, prosseguiu Dornelles, as empresas americanas "reduziram enormemente o preço das passagens, em flagrante prática de dumping", o que teria contribuído para desequilibrar as contas das companhias aéreas brasileiras. Nessa mesma época, o real desvalorizou-se perante o dólar, as taxas de juros aumentaram e impostos foram elevados.

- A Anac [Agência Nacional de Aviação Civil], que tanto fala em política de céu aberto e em desregulamentação de um setor que não tem como se proteger das práticas de dumping na área internacional, deve evitar que as empresas brasileiras de navegação aérea sejam levadas para onde o governo conseguiu levar a Varig. A presidente da Anac afirmou que o governo fez bem deixando a Varig quebrar. O que ela deveria ter dito é que o Poder Público foi o grande responsável pelo que aconteceu com a Varig - afirmou Dornelles.

Fonte: Senado Federal

Piratas virtuais violam dados de 45 mil funcionários de agência de aviação dos EUA

A FAA (agência federal de aviação dos Estados Unidos) informou que piratas virtuais invadiram sua rede e furtaram dados de funcionários do órgão. Dois dos 48 arquivos presentes no servidor violado continham dados pessoais de 45 mil funcionários e aposentados --essas pessoas estavam nos arquivos da agência até fevereiro de 2006.

A agência afirma que o sistema invadido não tinha relação com sistemas de controle de tráfego aéreo ou outros mecanismos operacionais. A FAA informa que está tomando as medidas necessárias para evitar que isso ocorra novamente.

O furto na agência representa mais um episódio entre os recentes problemas com dados governamentais. No ano passado, o Ministério da Defesa do Reino Unido admitiu o extravio de um arquivo de memória portátil com detalhes pessoais de 100 mil integrantes das forças armadas.

A memória continha nomes, residências, números de passaportes, datas de nascimentos e detalhes das carteiras de habilitação de militares da Royal Navy --Marinha-- e da Royal Air Force (RAF -- Aeronáutica).

Fonte:Grande FM

Falta tudo na aviação

Depois de mais um acidente no final de semana, fica ainda mais evidente a falta de envolvimento e distância da Anac com a aviação geral. Dona Solange Vieira e sua diretoria deixam muito a desejar quando vemos a aviação como um todo. Um segmento tão importante como a aviação geral, que abrange o táxi aéreo, a aviação corporativa e todos os serviços aéreos especializados, sofre sem qualquer fiscalização e uma política clara de segurança de voo.

Por outro lado, é vergonhoso o próprio ministro Roberto Mangabeira Unger vir a público e admitir a incapacidade da Anac de gerir, regular e determinar políticas de aviação civil na Amazônia, e admitir sua intenção de propor uma separação da gerência da aviação daquela região, devolvendo-a para a Força Aérea.

Pareceu-me aquela reportagem ("O Globo" de domingo, dia 08/02/2009) que estão acendendo a luz amarela do ministro da Defesa com relação à gestão da Anac, ou ainda questionam sua atenção com relação ao segmento aviação civil, uma vez que nada que foi proposto por ele próprio como solução para o caos aéreo saiu do papel.

Quem leu a reportagem de "O Globo" viu claramente que o governo admitiu a concorrência predatória com ciência da Anac, o que literalmente destruiu a aviação regional naquela região.

A abertura dos céus no Nordeste já proporcionou também um aumento das passagens das voadoras americanas por conta da falta da concorrência, ou seja, num trecho de voo menor paga-se uma tarifa maior e de quebra se acaba com a aviação comercial brasileira.

Fonte: O globo

AVIAÇÃO: Azul passa a atender quatro novos destinos

SÃO PAULO, 10 de fevereiro de 2009 - Pensando em trazer novos passageiros ao mercado brasileiro de aviação, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras anunciou hoje que irá operar com mais mais quatro novos destinos a partir do próximo mês. São eles: Fortaleza (CE), Manaus (AM), Navegantes (SC) e Rio de Janeiro (RJ).

"Não estamos querendo tirar o espaço de outras companhias do mercado, só queremos proporcionar mais opções aos viajantes do país, com tarifas similares ao de transporte rodoviário", afirma David Neeleman, presidente do Conselho da Azul.

Com estas novas rotas, a empresa passará a atender nove destinos, todos a partir do aeroporto de Viracopos, em Campinas, no interior de São Paulo. "Estamos muito animados com a Azul porque é uma empresa jovem, com níveis excepcionais de ocupação", diz JeanFranco Beting, diretor de marketing da companhia aérea, lembrando que o load factor (taxa de ocupação) da empresa atingiu 45% em dezembro e 59,1% em janeiro deste ano.

"Este número vai crescer mais ainda porque estamos sendo reconhecidos em razão da nossa qualidade de atendimento, do produto diferenciado e dos preços mais baixos", ressalta Pedro Janot, presidente da Azul.

Além de expandir sua atuação no mercado brasileiro, a companhia também anunciou a promoção Azul 25, na qual vai oferecer aos clientes tarifas 25% mais baratas na hora da reserva. Para tant, é necessário que o cliente entre no web site da empresa ou ligue no call center e diga Azul 25, para ter acesso a promoção. Esta ação terá validade até 20 de fevereiro, porém o efeito dos bilhetes é até 30 de abril de 2009.

"Esta é uma ação estratégica, estamos apostando na nossa equação de valor e produtos", enfatiza o presidente da empresa. Nesta ação promocional os investimentos giram em torno de R$ 2 milhões.

O novo voo Campinas/Fortaleza será noturno e sairá do aeroporto de Viracopos diariamente às 22h10, com chegada prevista às 2h40. No sentido contrário. O voo partirá de Fortaleza às 2h10 com chegada a Campinas às 5h40. Sendo que a partir de 16 de março haverão voos diurnos também.

Na rota Campinas/Manaus, que entra em operação em março, o voo parte de Campinas às 22h50 e chega no Estado do Amazonas à 1h35. Já de Manaus para Campinas, o voo sai à 1h05 com chegada às 5h50, diariamente.

E de Campinas/Navegantes haverão três horários diferentes, com voos às 6h20, 10h05 e 17h55, com chegada prevista às 7h50, 14h45 e 19h05 respectivamente. O tempo estimado de voo é de 1h10.

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras iniciou suas operações em 15 de dezembro de 2008, ligando apenas Campinas a Porto Alegre e Campinas a Salvador.

Fonte: Gazeta Mercantil

Arthur Virgílio pede mais segurança para aviação regional

BRASÍLIA - O senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) apresentou nesta terça-feira (10) um requerimento de pesar pela morte dos 24 passageiros e tripulantes que estavam a bordo do avião Bandeirante da empresa Manaus Aerotaxi, que caiu no Rio Manacapuru após ter saído de Coari com destino à Manaus. O senador disse que a empresa não é mal conceituada e que ele mesmo é um passageiro regular.

- É uma empresa pela qual eu viajo muito pelo estado. Logo, eu confio na sua qualidade técnica, na manutenção, na perícia dos seus aviadores e na idoneidade dos seus proprietários, Marcos Pacheco e Marcos Pacheco Filho - disse o senador.

Arthur Virgílio informou que a empresa está prestando assistência psicológica aos quatro sobreviventes e às famílias das vítimas. Ele assinalou que as condições de aviação na Amazônia são muito graves e cumprimentou o ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, pela iniciativa de propor a discussão sobre aviação regional e transporte hidroviário naquela região.

Segundo o senador, os aeroportos da Amazônia são deficientes e a região padece com a falta de infraestrutura em todas as áreas. O governo federal, disse o parlamentar, precisa fazer um esforço para dotar a região de aeroportos seguros, acrescentando que o habitante do interior da Amazônia deveria ser isento do pagamento de impostos e receber um incentivo por garantir a soberania do país em áreas isoladas.

- Eu sinto que falo de algo que deve ser da preocupação nacional. Não estou sendo provinciano; estou falando como um brasileiro que não admite que vidas humanas sejam ceifadas porque não estão dando uma atenção sistêmica à segurança do voo na região. Minha solidariedade ao povo de Coari, às famílias enlutadas, às famílias dos pilotos, que tão prematuramente perderam as suas vidas - disse.

Fonte: DCI

AVIAÇÃO: Azul deverá encerrar 2009 com ganhos, diz presidente

SÃO PAULO, 10 de fevereiro de 2009 - Após o anúncio de operação em quatro novos destinos no mercado brasileiro, a Azul Linhas Aéreas informou hoje que espera fechar este ano com lucro. Sem informar cifras, David Neeleman, presidente do Conselho, afirmou que a companhia aérea está confiante nos produtos e serviços oferecidos aos clientes.

A expectativa é que até julho deste ano 12 aeronaves entem em operação. Atualmente, a empresa atua com cinco aviões, sendo que dois deles começarão suas operações ainda neste mês. Das sete aeronaves, quatro são do modelo Embraer 190 e três são Embraer 195.

"Temos a plena confiança de que a Azul decolou no rumo certo, na velocidade e na proa exatas. Pretendemos nos tornar a terceira maior companhia aérea do país, o céu para nós é o limite", afirma JeanFranco Beting, diretor de marketing da empresa.

Já até o final de 2009, a empresa destacou que pode operar com 12 ou 16 aeronaves, sendo que em cinco anos serão 78 delas servindo 25 cidades brasileiras.

"No médio prazo pensamos em expandir nossas operações para o exterior, no entanto, precisamos ainda crescer no Brasil", diz Beting.

Em relação ao emprego, a companhia aérea ressaltou que até 2013 o número de funcionários deverá atingir 5 mil. Em 2008, a empresa começou com 900 pessoas trabalhando.

Fonte: Gazeta Mercantil

Inspeção feita há três meses não encontrou irregularidades na Manaus Aerotáxi

Dois dias após o acidente que matou 24 dos 28 passageiros de um avião da empresa Manaus Aerotáxi, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou hoje (9), por meio de nota, que abriu processo administrativo para averiguar as condições de segurança operacional da empresa. A investigação deve durar entre um e seis meses, dependendo das dificuldades encontradas na averiguação.

Segundo a nota, a última auditoria na companhia de táxi aéreo foi realizada em novembro de 2008. Na ocasião, os inspetores da agência não encontraram qualquer irregularidade que comprometesse as operações da empresa. Ainda de acordo com a Anac, a Manaus Aerotáxi opera desde 2003 e, até o último sábado, não havia registro de acidente com qualquer um de seus seis aviões, cadastrados junto à agência (dois Turbo Commander; três Bandeirantes – um deles, o envolvido no acidente de sábado - e um Xingu, que aguarda liberação do certificado de aeronavegabilidade.

Fretado por uma agência de turismo, o avião havia decolado da cidade amazonense de Coari com destino à capital Manaus. Segundo a assessoria da própria empresa, ao se aproximar do Aeroporto Brigadeiro Eduardo Gomes, o piloto encontrou o tempo ruim e comunicou à torre que tinha decidido retornar para Coari. Logo depois o avião desapareceu do radar, sendo localizado em um afluente do Rio Solimões, nas proximidades do município de Manacapuru.

Fonte: Pernambuco Noticias

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Bomba da Segunda Guerra Mundial fecha aeroporto japonês

Tóquio, 8 fev (EFE).- O aeroporto de Miyazaki, no sul do Japão, cancelou hoje todos os voos durante duas horas e 45 minutos devido à descoberta de uma bomba da Segunda Guerra Mundial não detonada.

Efetivos militares japoneses foram ao local onde estava o projétil, lançado por aviões dos Estados Unidos durante a guerra, para desativar a bomba, mas a operação durou mais que o previsto, informou a agência local "Kyodo".

O desmantelamento da bomba, que duraria uma hora, atrasou as operações do aeroporto de Miyazaki durante duas horas e 45 minutos, o que provocou cancelamentos os voos durante esse tempo, todos eles regionais.

Além disso, o pessoal do aeroporto teve que evacuar 1,7 mil pessoas que estavam nas instalações aeroportuárias.

A bomba, de 250 quilos e 1,2 metro de comprimento por 35 centímetros de diâmetro, foi encontrada em 24 de janeiro em uma área em construção da cidade de Miyazaki. EFE


Fonte: G 1 - Noticias

Iniciativa pioneira no Brasil lança hangar exclusivo para jatos executivos de grande porte

Com investimento de R$ 5 milhões, novo espaço no Aeroporto Campo de Amarais, em Campinas (SP), inaugura o atendimento V.VIP para os proprietários dessas aeronaves

A cidade de São Paulo já assiste a um trânsito não só terrestre, mas aéreo também. Atrelado a isso, os hangares existentes tantos nos Aeroportos de Congonhas e Campo de Marte, como em Viracopos, em Campinas (SP), estão com alta demanda de aeronaves e, assim, operam em seus limites. De olho nesse panorama caótico e preocupado em atender a um público em especial, o empresário Diego Briguenti inaugurou no último dia 31 de janeiro, no Aeroporto Campo de Amarais, também em Campinas, a Nest Aviation, um novo conceito em hangaragem.

O espaço é destinado exclusivamente a jatos executivos de grande porte, como Falcon 7X, Gulfstream 550, entre outros. Aeronaves menores não são aceitas no local. Esse novo business no ramo da aviação civil brasileira lança o atendimento V.VIP (Very Very Important Person) aos proprietários desses tipos de aviões, já que a atenção será especial a esse público. "Os aeroportos da capital estão saturados, e Amarais foi uma opção adequada ao negócio que estamos lançando no mercado, pioneiro no Brasil", afirma Briguenti.

O empreendimento teve investimento em torno de R$ 5 milhões e terá uma área de 1,6 mil m² e mais 1.986 m² de pátio. Os custos oferecidos aos clientes são 30% menores do que os de concorrentes que operam na capital paulista. Além da hangaragem, os clientes terão serviços exclusivos, como segurança por sistema CFTV, sala VIP com 36m², escritório privativo para cada aeronave; suíte para descanso da tripulação; e área de convivência para tripulação com sofás, frigobar, TV plasma 42”, internet banda larga, entre outros benefícios.

De acordo com Diego Briguenti, um dos principais conceitos da Nest Aviation é a liberdade que o cliente terá para viajar com rapidez e os custos operacionais menores do que em São Paulo. O empresário comenta que os executivos que investem milhões em jatos modernos querem ter a flexibilidade ao slot (agendamento para pousos e decolagens), sem as complicações dos aeroportos centrais. "Uma das vantagens do negócio é que Amarais proporciona que o empresário chegue ao aeroporto e decole imediatamente. Já em São Paulo os voos executivos não são prioridade, diferentemente o que ocorre com os comerciais", disse.

Outra vantagem é a relação custo e benefício. Por não ter demora, não há gastos excessivos de combustível, sendo uma realidade na maioria dos aeroportos. “Uma aeronave ligada aguardando a sua vez para decolar ou pousar desperdiça muitos mil litros de combustível desnecessariamente. Com essa facilidade da Nest Aviation, o cliente não terá que ficar em uma fila esperando para sair ou chegar no aeroporto.

Para ele, o fato de o hangar estar fora da capital não é um empecilho para o sucesso da Nest Aviation. "A maioria dos empresários utiliza helicópteros para chegar e sair das suas bases. Eles podem fazer um voo de 15 minutos no máximo de São Paulo a Amarais e partir em seguida com o jato para o seu destino. É mais rápido e menos oneroso do que ter que esperar para sair do chão em Congonhas", garante o executivo, que também é piloto privado.

Fonte: Farol Comunitario