quarta-feira, 29 de julho de 2009
Vôo simulado na Delta 5
PARTE 1 - PARTE 2
Foi enviado para o meu e-mail pelo nosso Grande cmte. Drico da Rede Vatsim.
Não deixem de conferir a reportagem, vale a pena !!!
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Report. da minha 10 aula na Ej - PS 9
Opa !!! Para quem achava que eu tinha parado de voar, se enganou redondamente, pois lá vai mais um reporte de mais uma hora de vôo na EJ – Escola Aeronáutica Civil, Isso ocorreu no Sábado dia 18/07/2009, Chegando desta vez 45 minutos adiantado ( para quem leu o ultimo reporte, sabe bem o que estou dizendo).
Cheguei à EJ por volta das 15:15 hrs ( 18:15 Z – para quem não sabe à hora aqui separada por parênteses é à hora de coordenação universal - UTC ) como sempre e fui bem recebido pelo o pessoal do setor de Operações, ao qual me avisaram que o Instrutor Andre Luis Stellato Curaça ( nome PST. Stellato )o qual foi desiguinado para a minha aula, Juntamente com a Aeronave (PR-EJR), estava no momento aplicando uma prova aos alunos, mas que logo estaria pronto para o vôo, neste meio tempo fui preenchendo a notificação de vôo – ( plano de vôo Simplificado ), Quando o Inst. Stellato se apresentou, iniciamos o Briefing, onde foi explicado tudo que ocorreria durante o vôo, após isso, fomos para a aeronave para fazer todo o check-externo, assim sendo logo após, chamei o solo Jundiaí e solicitei acionamento, autorizado e acionado e já em taxi, seguimos para a cabeceira 36, hahahaha, é já sei pensou que eu ia me perder durante o taxi ( Veja nos report’s Anteriores ), já alinhado fui autorizado a decolar, após decolagem, segui para a área de instrução no setor W Agora desiguinado Setor SB-421, Onde chamei o Controle SP ( APP_SP), Já a 4.000 pés iniciei as manobras previstas e explicadas durante o Briefing, Iniciei com uma curva de Pequena Inclinação, tanto para a direita como para a esquerda, logo após uma curva de Media e outra de Grande inclinação, Na de pequena e na de Media me sai bem, só ficando um pouco perdido na de Grande, Variando um pouco a Altitude, mas nada que não se pode corrigir, após as curvas fomos fazer as manobras de 01º e 02º tipo, após as manobras e retornando para Jundiaí, o Inst. Stellato me disse que iríamos fazer uns toques e arremetidas, agora já me encontrando no circuito de trafego, mais precisamente na perna do vento, informei as minhas intenções a Torre Jundiaí, a qual me pediu que informa-se na final, quando na final informei à torre que já me encontrava na final baixado e travado ( se informa isso para que o piloto não se esqueça de baixar o trem de pouso, no meu caso FIXO), foi me autorizado a realizar o toque e arremetida, ao chegar próximo ao solo o instrutor pediu que arremete-se, Isso se chama arremetida no Ar, iniciei a subida para a Altitude de trafego, para uma nova aproximação, novamente na final, foi me autorizado toque e arrem. Ao tocar no solo, fiquei meio desalinhado com o eixo da pista, mas logo consertei, e Lá vamos nós subindo para o circuito de trafego, no 02° toque acertei o eixo, mas após o toque perdi um pouco para a esquerda, e lá vamos nós subindo de novo, no 03° toque acertei o eixo da pista e não o perdi mais, subindo novamente o Inst. Stellato me pediu para que o deixa-se comandar um pouco, e não teve duvida, ele pilotou em quanto eu assistia e coordenava na fonia, ele fez um pouso muito bom, após o pouso assumi e iniciei o taxi ate o pátio, dando assim o corte e fazendo o check de abandono.
Após tudo isso, fomos fazer o Debriefing, no qual são explicados os acertos e erros que foram cometidos durante o vôo, foi me explicado que durante o vôo realizei uma boa fonia, tendo falhado poucas vezes, e nas manobras as que melhor realizei foi as curvas de Pequena e Media Inclinação, Coordenação de 02 ° tipo e no 02° e 03° toque arremetida, claro sem contar o taxi que foi show, tirando a entrada no pátio onde não calculei bem a curva e comi um pouco de grama com a roda do lado esquerdo, fora isso foi uma beleza.
Fica aqui mais um reporte das minhas aulas na EJ, A todos que leram ate aqui um grande abraço e bons Vôos a todos.
Fiquem com DEUS e tão logo faça outra aula reportarei com a mesmo animo de Sempre !!!
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Embraer lança 'primeira pedra' da fábrica em Évora
O presidente director da Embraer, Frederico Fleury Curado e o presidente da Câmara Municipal de Évora, José Ernesto Oliveira, vão ser os anfitriões da cerimónia de lançamento da 'primeira pedra' do Centro de Excelência para Materiais Compósitos da empresa brasileira em Portugal.
Trata-se de uma das duas unidades industriais para a fabricação de componentes que a Embraer prometeu implantar em Évora, um investimento inicial de 148 milhões de euros, que poderá ser alargado a uma terceira unidade, dado que a empresa brasileira já reservou terreno junto do espaço que será ocupado pelas primeiras fábricas no futuro parque aeronáutico da cidade, situado junto ao aeródromo.
Em Évora, a Embraer vai fabricar asas e caudas para as seus aviões de médio porte 170, 190 e jactos executivos Legacy. Os módulos construídos em Évora serão, depois, transportados em navios para o Brasil, onde é feita a montagem final destes aviões. As duas unidades da Embraer deverão criar 578 postos de trabalho directos, total que poderá elevar-se até um máximo de 3500, considerando os indirectos e os que se prevêem para a terceira fábrica.
As instalações terão capacidade para produzir componentes a uma cadência de 13 a 14 aviões por mês. O investimento contempla, igualmente, a ligação a universidades portuguesas para a concepção, engenharia e desenvolvimento de aeronaves.
O primeiro passo para as negociações entre o Governo Português e a Embraer foi dado, em Agosto de 2006, quando José Sócrates visitou a sede da empresa brasileira, em São José dos Campos. Na época, o primeiro-ministro regressou de mãos vazias, mas seguir-se-iam meses de negociação em torno do reforço dos investimentos dos brasileiros na OGMA (Indústria Aeronáutica de Portugal), da qual controlam 65% do capital, em associação com a EADS/Airbus.
Fonte: Exame
Avião colide com ave e Tom Jobim tem rápida interdição
RIO DE JANEIRO - Uma aeronave da empresa aérea Delta se chocou com um pássaro na manhã desta terça-feira no Aeroporto Internacional Antonio Carlos Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro, quando se preparava para pousar, vindo dos Estados Unidos.
Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), após o impacto, a pista foi interditada por alguns minutos, por volta das 8 horas, para que os técnicos vistoriassem o local e recolhessem a ave, mas nada foi encontrado.
O avião pousou normalmente e ninguém ficou ferido. A pista já foi liberada e o aeroporto funciona normalmente.
Fonte: Ultimo segundo
Anac vai fazer auditoria em empresa que fretou avião para o Skank
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) vai fazer uma auditoria operacional de segurança na empresa Líder Táxi Aéreo, que fretou um avião para o grupo Skank, na manhã deste domingo (19), em Minas Gerais. A aeronave enfrentou problemas após a decolagem e perdeu a porta durante o voo.
Ainda segundo informações da agência, se for constatado o descumprimento de alguma norma de segurança, um processo administrativo será aberto para apurar o ocorrido. A empresa aérea poderá ser multada e o valor da multa só deve ser estipulado durante o andamento do processo.
A Anac informou ainda que a aeronave usada pelo grupo Skank estava com a documentação regular e o certificado de manutenção anual em dia. A tripulação também estava com os documentos em ordem.A investigação sobre a as causas do Acidente aéreo será feita por técnicos do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa).
A assessoria de imprensa da Líder Táxi Aéreo informou que a empresa não vai se pronunciar sobre o caso.
Fonte: G1
Anac realiza provas e renova habilitação em estande na Feira de Aviação Civil
No próximo fim de semana (25 e 26 de julho), os pilotos de aeronaves poderão fazer provas teóricas e renovar sua habilitação no estande da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), na Feira Nacional de Aviação Civil – evento gratuito com exposição de aviões e helicópteros, palestras, estandes de empresas, aeroclubes e escolas aeronáuticas, além de atrações lúdicas para adultos e crianças, tudo inspirado no mundo da aviação.
A Feira acontecerá no hangar e na pista do III Comando Aéreo Regional (Comar), dentro do complexo do Aeroporto Santos Dumont (Rio de Janeiro).
Especialistas de segurança operacional e de aeronavegabilidade da Anac também prestarão informações ao público no estande, que contará ainda com a exibição de um vídeo de ensaios de aviões e materiais impressos com dicas para os passageiros da aviação regular, com informações sobre bagagem; identificação de passageiros; orientações sobre atrasos e cancelamentos; acessibilidade e dicas para uma viagem tranquila.Fonte: Mercado & Eventos
O HOMEM E OS AVIÕES
O Homem, Dos 20 aos 30: se equipara ao Caça Militar
Sempre a postos, 7 dias por semana. Ataca qualquer objetivo.. Capaz de executar várias missões, mesmo quando separadas por curtos intervalos de tempo.
Dos 30 aos 40: Aeronave Comercial de vôos internacionais
Opera em horário regular. Destinos de alto nível. Vôos longos, com
raros sobressaltos. A clientela chega com grande expectativa; ao
final, sai cansada, mas satisfeita.
Dos 40 aos 50: Aeronave Comercial de vôos regionais
Mantém horários regulares. Destinos bastante conhecidos e rotineiros.
Os vôos nem sempre saem no horário previsto, o que demanda mudanças e adaptações que irritam a clientela.
Dos 50 aos 60: Aeronave de Carga
Preparação intensa e muito trabalho antes da decolagem. Uma vez no ar, manobra lentamente e proporciona menor conforto durante a viagem. A clientela é composta majoritariamente por malas e bagulhos diversos..
Dos 60 aos 70: Asa Delta
Exige excelentes condições externas para alçar vôo. Dá um trabalho
enorme para decolar e, depois, evita manobras bruscas para não cair
antes da hora. Após a aterrissagem, desmonta e guarda o equipamento.
Dos 70 aos 80: Planador
Só voa eventualmente e com auxílio. Repertório de manobras
extremamente limitado. Uma vez no chão, precisa de ajuda até para
voltar ao hangar.
Após os 80: Modelo em escala
Só enfeite.
Recebido Por e-mail.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Um hotel em um helicóptero "Hotelicopter"
Agora dá para juntar 18 casais e sair pelo mundo a bordo do Hotelicopter - um gigantesco Mil V-12 soviético
totalmente remodelado para oferecer o mesmo conforto de um hotel cheio de estrelas.
São 18 suítes de casal equipadas com anti-ruído, míni-bar, wireless para acesso a internet, TV flat screen e
todas as amenities dignas de um ótimo serviço.
Se você acha que a mordomia pode ficar melhor, que tal saber que ainda é possível obter serviços de baby-sitting,
instrutor de yôga, hidromassagem e tratamento termal?
O Hotelicopter também tem sala de jogos para distrair os passageiros-hóspedes.
Essa opção inusitada de hospedagem deve alçar seu primeiro vôo comercial no próximo verão .
O tour inaugural será de 14 dias saindo de Nova York, passando por Bahamas, Jamaica, Republica Dominicana,
Miami e voltando a Nova York .
Já tem no youtube o bichão voando.
Link do You tube: Clik aqui
Fonte:
Recebido via e-mail
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Inspeção havia detectado defeitos em avião que caiu , diz ministro francês
Autoridades francesas haviam encontrado "defeitos" no Airbus A310 da Yemenia que caiu no Oceano Índico na madrugada desta terça-feira.
O ministro francês dos Transportes, Dominique Bussereau, disse em uma entrevista à rádio Europe 1 e ao canal de TV iTélé que a aeronave "havia sido examinada em 2007 pela Direção Geral da Aviação Civil da França, que havia constatado alguns defeitos" nela.
"A aeronave, após essa data, não reapareceu no território francês", afirmou o ministro.
Segundo Bussereau, a Yemenia não integrava a lista negra de companhias aéreas que apresentam problemas de segurança, "mas era objeto de controles reforçados por parte das autoridades francesas e deveria ser interrogada em breve pelo Comitê de Segurança da União Europeia".
A Airbus informou que o avião datava de 1990 e tinha 51,9 mil horas de voo. Ele foi comprado "de segunda mão" pela companhia Yemenia em outubro de 1999.
A aeronave caiu no Oceano Índico na madrugada desta terça-feira (no horário local, às 19h51 de segunda-feira em Brasília) com 142 passageiros e 11 tripulantes.
O ministro francês dos Transportes afirmou que as condições meteorológicas podem ser a causa do acidente, mas ressaltou que "tudo ainda está muito vago".
"Fala-se de uma tentativa de pouso, de uma tentativa de arremeter o avião (decolar novamente) e de um novo pouso que fracassou", afirmou o ministro.
Sinais da queda
O avião transportava 66 franceses, segundo fontes aeroportuárias do país, citadas pela imprensa francesa. Vinte e seis teriam embarcado na noite de segunda-feira no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, e os outros 40 teriam embarcado em Marselha, no sul da França.
O voo havia deixado Sanaa, no Iêmen, com destino a Moroni, em Comores. A aeronave caiu no mar a aproximadamente 15 quilômetros ao norte do arquipélago africano, cerca de 30 minutos antes de aterrissar.
De acordo com uma rádio de Comores, citada pela televisão francesa, o avião teria caído nas proximidades da cidade costeira de Mitsamiouli.
Ainda de acordo com a rádio local, "corpos foram vistos boiando no oceano" e uma mancha de combustível foi vista a cerca de 29 km de Moroni, a capital de Comores.
Segundo autoridades do Iêmen, um sobrevivente teria sido localizado.
Parte da fuselagem do avião também teria sido vista pela aviação civil do Iêmen.
Buscas
A marinha francesa vai enviar dois navios e um avião de transporte militar, que irá transportar até Comores mergulhadores franceses, lanchas infláveis rápidas e uma equipe de médicos e enfermeiros, segundo Christophe Prazuck, porta-voz do Estado Maior das Forças Armadas da França.
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, pediu às Forças Armadas do país para fazer o máximo possível para prestar assistência aos passageiros e à tripulação do avião.
O acidente com o Airbus A310 ocorre quando se completa um mês do acidente com o A330 da Air France, que havia decolado do Rio de Janeiro em 31 de maio com 228 pessoas a bordo.
Apenas 51 corpos foram encontrados. As buscas por cadáveres foram encerradas na última sexta-feira.
O BEA, o mesmo órgão francês que investiga o acidente nas águas brasileiras, informou nesta terça-feira em um comunicado que irá enviar ao local do novo acidente, no Oceano Índico, uma equipe de investigadores acompanhada de especialistas da Airbus.
Fonte:
Quase dez anos depois, Grupo Itapemirim ensaia o retorno à aviação civil
O empresário Camilo Cola não desistiu de voar. Quase uma década depois de ter feito um pouso forçado, encerrando suas operações na aviação civil, o Grupo Itapemirim estuda seu retorno ao setor. A exemplo da primeira investida, a intenção é atuar tanto no transporte de cargas quanto no de passageiros. Neste segmento, a empresa planeja operar apenas voos charters, principalmente entre capitais do Nordeste.
O projeto prevê a montagem de uma frota com quatro aeronaves, provavelmente da Embraer. O investimento estaria orçado em aproximadamente R$ 150 milhões.
Desta vez, a família Cola não ficará sozinha na cabine de comando. A ideia é atrair fundos de investimento para a nova companhia. Segundo projeções da Itapemirim, a empresa já nascerá com 40% da receita garantidos. Esta proporção
virá das encomendas geradas dentro do próprio grupo, por meio da Itapemirim Carga.
A princípio, a migração soa como uma canibalização da própria operação terrestre. No entanto, a disposição da família Cola de carregar parte das fichas para o setor de aviação é motivada pela queda da rentabilidade no transporte rodoviário. Nos últimos dois anos, o crescimento ficou na faixa dos 10%. Nos bons tempos, este índice passava dos 20%.
A queda se deve justamente ao espaço tomado pelas companhias aéreas, tanto no transporte de passageiros como no segmento de carga.
A primeira viagem da família Cola pelo setor de aviação durou de 1991 a 2000. Em meados da década de 1990, a Itapemirim chegou a ter a maior frota de cargueiros da América do Sul, com seis Boeings 727 operando em todas as regiões do Brasil. A partir de 1998, o grupo começou a perder altitude. Em pouco mais de um ano, se desfez de todas as aeronaves. Em 2000, veio o golpe final: o DAC, então responsável pelo setor, cassou as licenças da empresa.
Fonte:
BIZ
Menina que sobreviveu a queda de avião em Comores é regatada
Sana, 30 jun (EFE).- Uma menina foi resgatada hoje com vida, depois da queda do avião da companhia Air Yemenia, que caiu nesta madrugada no oceano Índico com 153 pessoas a bordo, no percurso entre a capital do Iêmen, Sana, e a das Ilhas Comores, Moroni.
Al-Wazir acrescentou que o aeroporto de Sana aplica "medidas rígidas a todos os aviões que aterrissam ali".Segundo o vice-presidente da Aviação Civil do Iêmen, Mohammed Abdel-Rahman Abdel Qadir, confirmou em entrevista coletiva, a menina, cuja nacionalidade e idade ainda não foram identificadas, foi transferida para um hospital de Moroni.O avião, um Airbus 310, da companhia Air Yemenia, que fazia o voo IY-626, saiu de Sana às 18h45 (12h45, no horário de Brasília), onde tinha chegado de Paris.Às 01h51 (19h51, no horário de Brasília), o avião perdeu contato com a torre de controle e caiu no mar, a somente 30 minutos de seu destino.A causa do acidente ainda é desconhecida, até o momento, embora o funcionário da aviação iemenita tenha explicado que "as condições meteorológicas eram péssimas".De fato, Abdel Qadir disse que uma equipe de especialistas iemenitas deslocado para as Ilhas Comores "sofreu grandes dificuldades para aterrissar", devido ao mau tempo.Das 153 pessoas que viajavam a bordo da aeronave, 11 eram membros da tripulação: seis iemenitas - o piloto, o copiloto, um técnico e três aeromoças -, dois marroquinos, um filipino, um etíope e um indonésio.Além disso, havia 54 cidadãos de nacionalidade comorense, 26 franceses, um palestino e um canadense, confirmou Abdel Qadir.No entanto, o ministro francês de Assuntos Exteriores, Bernard Kouchner, assegurou que 66 pessoas que estavam a bordo do avião eram francesas.Abdel Qadir disse que três corpos já foram resgatados e que uma equipe de investigação iemenita e comorense foi criada, junto com a França.Por outro lado, o secretário de Estado de Transportes da França, Dominique Bussereau, afirmou que a Direção Geral de Aviação Civil francesa (DGAC) tinha constatado "um número de defeitos" no avião.No entanto, o ministro dos Transportes iemenita, Khaled al-Wazir, disse à emissora "Al Jazira" que "em 2007 só foram detectadas imperfeições interiores no avião, como nos assentos, logo, o aparelho não tinha nenhum problema para voar".Também disse que, em maio, o aparelho foi submetido a um exaustivo teste, mas não detectou nenhuma irregularidade.Abdel Qadir disse ainda que o avião foi submetido a uma revisão geral no dia 2 de maio, na capital iemenita e que, em 2007, inspetores europeus detectaram defeitos, mas que não afetavam a navegabilidade da aeronave, por isso seu uso foi permitido.O representante da Aviação Civil do Iêmen negou que o piloto tenha se salvado da tragédia, como foi publicado por alguns veículos de comunicação.A companhia iemenita usava o avião desde outubro de 1999, segundo um comunicado divulgado pela Airbus, no qual a fabricante de aeronaves afirma que o avião saiu foi produzido em 1990.Segundo a companhia, o aparelho contava com 51.900 horas de voo, em 17.300 trajetos.O acidente de hoje aconteceu quase um mês depois que outro Airbus, um A-330 da Air France com 228 ocupantes, caiu no Atlântico, quando ia do Rio de Janeiro a Paris, no dia 1º de junho.Desde 1990, pelo menos 20 acidentes com aviões Airbus foram registrados no mundo e em cinco deles o número de mortos superou os 200.O mais grave ocorreu no dia 26 abril de 1994, quando 264 pessoas morreram depois da queda de um modelo A300-600R, da companhia taiuanesa China Airlines, no aeroporto de Nagóia, no Japão.
G1